D.com - Dicionário de comunicação social

Nosso Dicionário de Comunicação Social On-Line - D.Com tem a finalidade de acumular todas as terminologias úteis e jargões das áreas de jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas e comunicação social, além de neologismos que surgiram com o advento da internet e das novas tecnologias. Por isso, está em constante atualização e aprimoramento.

para a tag "história da imprensa"

A Gazeta

O jornal A Gazeta foi fundado por Adolfo Campos de Araújo em 16 de maio de 1906. Surgiu com o espírito republicano e o vespertino seguiu os moldes dos jornais do século XIX: poucas imagens e muito texto.


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A Província do Espírito Santo

Periódico fundado por Cleto Nunes Pereira e José de Mello Carvalho Muniz Freire. Publicava-se três vezes por semana e aos domingos. A primeira página era dedicada exclusivamente a literatura. A primeira Marioni que houve na Província foi desta tipografia. Com o advento da República, passou a denominar-se sucessivamente ‘Diário do Espírito Santo’ e ‘Estado do Espírito Santo’.


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A Voz do Brasil

A Voz do Brasil é um noticiário radiofônico estatal, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação, de difusão obrigatória (exceto em casos excepcionais onde o Poder Executivo isente) cuja transmissão deve ocorrer de segunda a sexta-feira (exceto feriados) em todas as emissoras radiofônicas brasileiras, na janela de horário de 19h às 22h, tendo duração de 1 hora. Caso a transmissão não seja às 19h, a emissora é obrigada a informar neste horário a que horas A Voz do Brasil será transmitida.

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Diário Carioca

Foi o jornal que introduziu o lide nas matérias, criou o copidesque, lançou o primeiro manual de redação jornalística e foi também o primeiro a circular no Distrito Federal, em 12 de setembro de 1959, com o nome de DC-Brasília, sob a direção de Elias de Oliveira Júnior. Em 1945, o diário publicou uma manchete sucinta sobre a notícia da troca do ministro da Guerra ("Sai Dutra, entra Goes"), o que foi considerado uma revolução técnica, num tempo em que manchetes eram prolixas. O Diário Carioca foi responsável por introduzir os conceitos de lead e sub-lead no jornalismo brasileiro; as práticas já eram adotadas na imprensa estadunidense e foram trazidas ao Brasil por Pompeu de Sousa.


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Diário Popular (1884)

Sua primeira edição saiu em 8 de novembro de1884, editada por José Maria Lisboa e Américo de Campos. A primeira sede do jornal, na Rua da Imperatriz, abrigou diversos encontros entre políticos do fim do século 19, que debatiam ideias abolicionistas e republicanas. Originalmente um vespertino (o primeiro de São Paulo), caracterizava-se por ser um jornal de pequenos anúncios para pequenos negócios. Em 1988, Rodrigo Lisboa Soares, bisneto de José Maria Lisboa, o fundador, vendeu o jornal ao grupo empresarial do político Orestes Quércia.

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Era de Outo dos Jornais

O período entre 1890 e 1920 é conhecido inclusive como Era De Ouro dos Jornais entre outras coisas pela evolução das liberdades democráticas, assim como pelos avanços tecnológicos do período (as rotativas permitiam a impressão de 95 mil páginas/ hora). Os jornais e o jornalismo chegaram ao século XX no auge do seu prestígio e popularidade. Para se ter uma ideia do tamanho da indústria dos jornais na época, pesquisas da época afirmavam que 1 em cada 2 norte-americanos adultos lia jornais uma vez por dia.


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Gazeta do Rio de Janeiro

Gazeta do Rio de Janeiro (10 de setembro de 1808) – Primeiro periódico impresso no Brasil. Constituído principalmente de conteúdo oficial e governamental. Corresponde ao Diário Oficial da União atual. Até à sua publicação, fruto da transferência da corte portuguesa para o Brasil, era terminantemente proibido aos habitantes da colônia o acesso a publicações. Publicado duas vezes por semana (bi-hebdomadário), era um jornal oficial e consistia, basicamente, de comunicados do governo. 

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Grande Jornal Falado Tupi

O Grande Jornal Falado Tupi foi marco do radiojornalismo brasileiro. Entrou no ar em 1942, na Rádio Tupi de São Paulo. Tinha uma única edição diária, à noite. Seu formato seguia o de um jornal impresso: começava com as manchetes do dia e depois tinha blocos de notícias organizadas por assunto.


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Guerra de Secessão (EUA) e o jornalismo

"Foi também durante a Guerra da Secessão que se puseram à prova novas técnicas de informação, com a entrevista, a reportagem e a crônica. Por sua vez, a necessidade de se recorrer ao telégrafo para se enviarem as notícias da frente de batalha para  a sede dos jornais impulsionou a utilização da técnica da pirâmide invertida para a redação de notícias. Por um lado, o telégrafo era caro, razão pela qual a informação mais importante era colocada no início da peça. Se a ligação fosse cortada, pelo menos o mais importante chegava à sede do jornal." SOUZA

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Imprensa Alternativa (Nanica)

Ou underground, nanica, clandestina. Publicação periódica, caracteriza-se por contestar a cultura oficial, os métodos e práticas empresariais do jornalismo estabelecido, os padrões vigentes (da linguagem à publicidade). Adquire expressão de movimento jovem nos anos 60 e 70, tornando-se mais influente nos Estados Unidos e na Europa. Abrange jornais a lápis, jornais e revistas mimeografados, histórias em quadrinhos, posters, jornais de escolas e bairros, boletins políticos radicais, folhas sobre sexo e assuntos pop, tendo por característica comum a rejeição da sociedade.

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