Espiral de Silêncio

As pessoas tendem a escolher opiniões contrárias à ideologia majoritária (...) ou seja, as pessoas não só são influenciadas pelo que os outros dizem como também pelo que imaginam que eles poderiam dizer. Se acharem que suas opiniões podem não ter receptividade, optam pelo silêncio (...) Os meios de comunicação tendem a priorizar as opiniões dominantes, ou melhor, as opiniões que parecem dominantes, consolidando-as e ajudando a calar as minorias (na verdade, maiorias) isoladas". Pena  

Segundo Elisabeth Noelle-Neumannautora da teoria, os agentes sociais têm medo de ficarem isolados em seus comportamentos, atitudes e opiniões e, tendencialmente, evitam expressar opiniões que não coincidam com a opinião da maioria dominante.  

Newsmaking

Diante da imprevisibilidade dos acontecimentos, as empresas jornalísticas precisam colocar ordem no tempo e no espaço. Para isso, estabelecem determinadas práticas unificadas na produção de notícias. É dessas práticas que se ocupa a teoria do newsmaking". Pena

Os estudiosos do newsmaking, cujo os principais expoentes são Gaye Tuchman (1972) e Herbert Gans (1979), buscavam entender como o simulacro de objetividade posto em prática pelos jornalistas impacta tanto a formação da agenda da mídia quanto a recepção das notícias.

Gatekeeping

Nessa teoria, o processo de produção da informação é concebido como uma série de escolhas onde o fluxo de notícias tem de passar por diversos gates, isto é, "portões"  que não são mais do que áreas de decisão em relação às quais o jornalista, isto é, o gatekeeper, tem de decidir se vai escolher essa notícia ou não. Se a decisão for positiva, a notícia acaba por passar pelo "portão", se não for, a sua progressão é impedida, o que na prática significa a sua "morte" porque significa que a notícia não será publicada (...) Traquina 

Agenda Setting

Entre várias teorias sobre os efeitos dos media, esta tem sobrevivido e até expandido a sua influência nos últimos anos. Este modelo teórico refere que os media têm um real efeito na opinião pública apenas pelo fato de darem mais atenção a certos assuntos e esquecerem outros. Os nomes mais sonantes da recente investigação sobre a hipótese de agenda setting – os investigadores americanos McCombs e Shaw – argumentaram que, através dos media, as audiências não só são informadas sobre assuntos de interesse público, mas também são condicionadas sobre o grau de importância que devem atribuir a um assunto, pela visibilidade que os media lhe conferem". Dicionário de Ciências da Comunicação  

Cerimonial e Eventos

o cerimonial pode e deve ser instrumento da convivência social harmônica e não discriminatória, respeitando as diferenças e exercendo padrões de atitudes éticas que observem a eliminação de quaisquer formalismos que promovam a exclusão social e preconceitos"Lobo Filho 

Os eventos necessitam de um roteiro para que se cumpra uma programação definida. Este roteiro é composto do cerimonial e do protocolo e são regidos por regras e normas. O Cerimonial e o Protocolo possuem objetivos específicos durante a solenidade de um evento tais como:

Teoria Hipodérmica

(...) as principais características da Teoria Hipodérmica: São estudos ancorados nas teorias da sociedade de massa, que viam a sociedade industrial do século XX como uma multidão onde os indivíduos estão isolados física e psicologicamente (não existem relações interpessoais, ou elas não são importantes no processo), e nas teorias behavioristas que entendiam a ação humana como resposta a uma estímulo externo"Araújo 

Comunicação de Crise

No primeiro estágio da crise, acontece a simplificação do boato. Uma grande história resumida. No segundo estágio ocorre o exagero. Os detalhes mais agudos são aumentados e a história ganha dramaticidade. No terceiro estágio, a opinião pública interpreta o boato de acordo com a sua visão de mundo, com os seus valores. Nesse momento, se não se gerenciou a crise, os efeitos podem ser devastadores." Caldini 

    Imagem e Identidade Organizacional

    No jargão publicitário, quando se usa a palavra 'imagem' pode-se estar fazendo referência também ao conjunto de percepções que os vários públicos de uma organização tenham dela. É sabido que uma empresa – detentora de uma marca, possivelmente – tem vários públicos: consumidores, acionistas, comunidade, governo etc. E cada um desses públicos percebe a organização de uma maneira. O conjunto destas percepções forma o que se costuma chamar de imagem de marca, ou imagem coorporativa ou simplesmente imagem. O que deve ficar claro, entretanto, é que a imagem que uma empresa ou uma marca temam é algo que foge ao seu controle, que não está sob seu poder".  Drogett 

    Comunicação Interna e Endomarketing

    Comunicação interna, marketing interno ou endomarketing podem ser definidos como um conjunto de ações que tem como objetivo tornar comum, entre funcionários de uma mesma empresa, objetivos, metas e resultados"Brun 

    Comunicação interna é aquela que tem como público alvo os membros de uma organização e seus familiares. É o esforço de comunicação feito para estabelecer canais de relacionamento, ágil e transparente, da direção com o público interno e entre os próprios elementos deste público.

    Corrente Funcionalista

    A Teoria Funcionalista aborda globalmente os meios de comunicação de massa no seu conjunto. "(…) A questão de fundo já não são os efeitos, mas as funções exercidas pela comunicação de massa na sociedade". Wolf