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A velocidade e a praticidade das informações, exigências do mundo globalizado, constituem a força motriz do surgimento de novas tecnologias de comunicação e de máquinas, como os computadores, os software, os satélites, os videogames e os blogs.


As novas tecnologias de comunicação transformam o espaço público em espaço privado, ou, ao contrário, criam a sensação de que o espaço privado é público.


Alguns estudiosos de comunicação social consideram os jogos eletrônicos que envolvem o uso de armas como simulações importantes para a indústria bélica. Nessa perspectiva, os jogos eletrônicos, tal como os sítios de relacionamento, constituem simulacros da vida cotidiana que apresentam um pouco mais de novidade. 


A atitude das próprias crianças de trocarem de nome e, mesmo, o fato de saberem o que é certo e o que é errado na Internet demonstram que a Internet não é um veículo limpo, asséptico e que faz parte do que se produz na ordem social, mesmo que no chamado mundo virtual.


Nos sítios de relacionamento, os processos comunicativos são assimétricos: um sujeito ativo emite estímulo e um sujeito passivo é impressionado por esse estímulo e reage. Segundo esse entendimento, a Internet acaba sendo um meio de massa e não, um de seus corretivos.


Os software são caminhos inteligentes para a simulação e fruto de operações matemáticas, e não, das analogias com a natureza.


Os avanços de natureza conceitual, teórica e metodológica dos estudos culturais da comunicação (cultural studies), no período entre 1950 e 1960, permitem afirmar que o ciberespaço, por mais que seja alvo de críticas, é um campo propício para a interatividade.


Não basta ensinar a distância, o que importa é aprender a distância, o que exige que haja interatividade entre emissores e receptores, ou seja, que eles estejam afinados para o melhor proveito das mensagens e das emissões.

Como a linguagem está circunscrita a um universo simbólico e, até mesmo, imaginário, é correto afirmar que toda comunicação é virtual, no sentido que ela é um espaço próprio para a prática das virtudes, das forças, das possibilidades de ser alguma coisa a mais. 


O ciberespaço tem sido criticado como um espaço sem controles institucionais e políticos, o que contradiz a etimologia desse vocábulo, dado que ciber, do grego, significa controle, e “ cibernética”, o sistema de controle tecnológico que combina computadores, tecnologias contemporâneas e realidades virtuais. O problema é que o controle tecnológico ainda não foi acompanhado pelo controle social.