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Prova: EBSERH/ UFPA
Ano: 2016    Banca: AOCP    Cargo: Jornalismo
Disciplina: Comunicação Social
Assunto: História da Comunicação
Sobre os meios de comunicação, sua história e invenção, assinale a alternativa INCORRETA.
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Prova: CRF - SP
Ano: 2018    Banca: IDECAN    Cargo: Jornalismo
Disciplina: Comunicação Social
Assunto: História da Comunicação
Na Comunicação Social, o que é comunicado é o que vale e passa a existir. Ou seja, o que tem e terá importância para os indivíduos e a sociedade. É, assim, fundamental a noção de realidade, do que é de fato. E se não houver ética profissional, o que é pode não aparecer, ficará invisível aos olhos do público, não será revelado e conhecido. E o que não é, mas aparece e é destacado nas redes sociais, por exemplo, pode virar “notícia” e pior: ser a única informação tida como verdadeira. Isto não é novidade porque os sofistas de hoje usam aquela mesma “meia-verdade” milenar dos sofistas. Utilizam argumentos e raciocínios falsos para explicar fatos, acontecimentos, julgar pessoas e destacar produtos. 

Como se sabe, o sofisma teve origem:
A respeito da História da Comunicação Social, assinale a alternativa incorreta: 

Asa Briggs e Peter Burke fazem o seguinte apontamento sobre formas de comunicação realizadas em “rituais” nos séculos XV e XVI: 

Comunicação multimídia 

Parece que as formas de comunicação mais efetivas daquele período – assim como acontece hoje – eram as que apelavam simultaneamente para os olhos e os ouvidos, combinando mensagens verbais com não verbais, musicais e visuais, desde tambores e trombetas de paradas militares até os violinos que acompanhavam performances de salão. No início da era moderna na Europa, essas formas incluíam rituais, espetáculos, montagens de teatro amador, peças, balés e óperas. 

(Adaptado de: Uma história social da mídia – de Gutenberg à Internet. Rio de Janeiro: Zahar, 2006, p. 47-48) 

Nos meios impressos que se desenvolviam com possibilidade de reprodução a partir de um original, a circulação do que ocorria nesses rituais poderia ser feita 

Avalie os itens abaixo e assinale a opção correspondente. 

( ) Coincidindo com a Segunda Grande Guerra, foi criado no Brasil o Departamento de Imprensa e Propaganda – DIP. O DIP foi extinto apenas após a saída de Getúlio Vargas do poder. 

( ) O Sistema de Comunicação do Executivo Federal foi criado oficialmente após a redemocratização, ainda na década de 1980. 

( ) Alexandre Garcia, Cláudio Humberto e Ricardo Kotscho são exemplos de profissionais que atuaram na área de comunicação da Presidência da República.

 Johann Gutenberg desenvolveu na Europa o primeiro método que permitiu que textos escritos pudessem ser impressos com rapidez, precisão e em larga escala. Para isso, utilizou tipos móveis e prensa, combinando todos os elementos da impressão em um eficiente sistema de produção. 

Avalie abaixo o item correto. 

Nas primeiras décadas do século passado, no Brasil, especialmente após a I Guerra Mundial, o principal veículo de propagação de informações políticas, econômicas e culturais era o rádio.

No Brasil, os meios de comunicação de massa surgiram com o fim da monarquia e a emergência do regime republicano, tendo como primeira função social preparar a opinião pública para a mudança do sistema político. As revistas ilustradas, os quadrinhos humorísticos e os folhetins anônimos de crítica política são exemplos de veículos de comunicação de massa utilizados nesse período.


Na década de 60 do século passado, quando ocorreram os primeiros grandes investimentos em infraestrutura de telecomunicações, os aportes mais significativos vieram da iniciativa privada, tendência que se inverteu a partir da década de 90, quando o Estado se transformou no protagonista financeiro do setor.

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Na Comunicação Social, o que é comunicado é o que vale e passa a existir. Ou seja, o que tem e terá importância para os indivíduos e a sociedade. É, assim, fundamental a noção de realidade, do que é de fato. E se não houver ética profissional, o que é pode não aparecer, ficará invisível aos olhos do público, não será revelado e conhecido. E o que não é, mas aparece e é destacado nas redes sociais, por exemplo, pode virar “notícia” e pior: ser a única informação tida como verdadeira. Isto não é novidade porque os sofistas de hoje usam aquela mesma “meia-verdade” milenar dos sofistas. Utilizam argumentos e raciocínios falsos para explicar fatos, acontecimentos, julgar pessoas e destacar produtos. 

Como se sabe, o sofisma teve origem: