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Seja em uma notícia ou reportagem, livro, peça teatral, filme ou novela de televisão, o título formado por palavras em corpo maior tem a principal função de destacar logo o conteúdo da história narrada a partir de um assunto interessante escolhido pelo autor. No jornalismo impresso, com o uso de tipologia e tamanhos diferentes de letras, há ainda outros recursos gráficos para destacar o conteúdo e informações do próprio texto da matéria, notícia ou reportagem. 

São considerados destaques, na paginação das matérias jornalísticas: 

Que diferenças e semelhanças existem entre a página de um jornal impresso e o próprio site jornalístico do mesmo veículo de comunicação? A pauta, a apuração, a redação e a edição das notícias e reportagens podem ser muito semelhantes ou até repetir a linha editorial desse veículo, em cada mídia, mas a maneira de apresentar as matérias jornalísticas, em função do tipo da mídia, tem diferenças acentuadas. 

Pode-se afirmar que a principal diferença entre um e outro é:

Em “Planejamento da Comunicação – curso essencial” (Editora Atlas, 2011), Maurício Tavares e Ione Gomes Tavares apontam que a evolução da comunicação de marketing se deve às mídias e novas técnicas de comunicação como celulares, mídias alternativas, TV digital, valorização de ações promocionais, marketing viral, buzz marketing, links patrocinados e blogs. 

Com a sociedade cada vez mais informada, ficou também evidente que 

A função maior da diagramação é dar destaque ao conteúdo das matérias jornalísticas. A diagramação de uma primeira página, por exemplo, é como uma vitrine de loja, que mostra logo o mais importante e atrai para as demais ofertas internas. 

Neste sentido, pode-se afirmar que 

Toda atividade publicitária “deve caracterizar-se pelo respeito ao interesse social”. “Nenhum anúncio deve favorecer ou estimular ofensa ou discriminação racial, social, política, religiosa ou de nacionalidade”. 

Estes são princípios gerais que constam, desta forma redigida.

Assessoria de comunicação é geralmente um mix de atividades relacionadas a jornalismo, relações públicas, publicidade e marketing. No caso específico de RP, o campo principal de atividades a atuar é: 

A comunicação institucional é definida pelo Dicionário de Comunicação, de Carlos Alberto Rabaça e Gustavo de Guimarães Barbosa, como o “conjunto de procedimentos destinados a difundir informações de interesse público sobre políticas, práticas e objetivos de uma instituição, interna e externamente, de modo a tornar compreensíveis e aceitáveis essas proposições”. 

Portanto, é o mesmo que comunicação 

Não deve haver diferença perante o cidadão e a sociedade, entre o comportamento do assessor de comunicação e do jornalista de um veículo de comunicação. O exercício profissional será sempre atividade de natureza social, subordinada inteiramente ao Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros. E mais: ambos os profissionais devem se pautar pela veracidade dos fatos e ter por finalidade principal o interesse público. No entanto, na produção e divulgação da informação, o texto jornalístico tem peculiaridades próprias, em uma e outra atividade. 

Neste caso, a principal diferença é: 

Ao explicar o processo mercadológico, J. B. Pinho (Comunicação e Marketing, Papirus, 1991) advertiu para o fato de que, já naquela época, o marketing não era mais a empresa simplesmente desenvolver um bom produto, determinar corretamente o seu preço e colocá-lo em locais acessíveis ao consumidor. “A empresa que quiser contar com um programa contínuo e estruturado de vendas necessita desenvolver um programa eficaz de comunicação e promoção.” Relacionou, então, as variáveis controláveis e incontroláveis que precisam ser observadas nas várias ações de um plano de marketing. 

E indicou como variáveis incontroláveis para uma empresa:

O profissional de comunicação corporativa precisa saber os fundamentos da pesquisa, incluindo a pesquisa quantitativa, recomenda Janete Oliveira em “Com credibilidade não se brinca – a identidade corporativa como diferencial nos negócios” (Summus Editorial, 2004). Isso porque, explica, mesmo que o profissional não tenha de produzir a pesquisa, a ferramenta em si se revela útil para a condução das ações. De um modo geral, a pesquisa quantitativa serve para conhecer o perfil de clientes e/ou consumidores, avaliar o grau de satisfação com produtos e serviços, verificar o retorno de anúncios e de propagandas etc. 

Em suma, a pesquisa quantitativa permite: