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Para a redação na Internet, não se recomenda, ao contrário dos antigos manuais de jornalismo, economia de palavras ou escolha de vocábulos mais curtos, sendo a preocupação, nesse ambiente, prioritariamente com o estilo. 


Um dos motivos pelos quais os órgãos públicos recorrem à difusão de conteúdos institucionais na mídia é a necessidade de complementar a publicidade legal com informações esclarecedoras, como ocorre na veiculação de campanhas públicas, dada a existência de desníveis regionais socioeconômicos, culturais e de acesso aos meios de comunicação.


Por estar relacionada ao exercício do poder, a comunicação organizacional deve ser um processo de integração de todos os públicos da organização, visto que gera interações, influências e mudanças de comportamento.


A comunicação tem funções bem específicas, voltadas para a preservação da imagem institucional e para a promoção de produtos, devendo a criação de uma cultura de comunicação na organização ficar reservada à área de gestão de pessoas.


Uma das expectativas em relação ao diferencial da comunicação pública está no esforço que se espera dos promotores de notícias (news promotors) em convencer os profissionais dos meios de comunicação mercadológicos (news makers) quanto à noticiabilidade de fatos de interesse público (utilidade), mas não, necessariamente, de interesse do público (curiosidade).


Empresas privadas que contratem com o governo podem adquirir, com recursos próprios, espaços na mídia ou usar meios próprios de comunicação para divulgar determinada obra do governo, exceto no período eleitoral.

A CF proíbe a autopromoção, com o dinheiro público, de servidores e autoridades públicas e de qualquer pessoa com vínculo a órgãos do governo, não se incluindo, entretanto, entre as restrições constitucionais, o uso da imagem de servidores públicos nos veículos de comunicação internos, para divulgar ações e atos do governo e das empresas, ainda que possa ser entendido como promoção pessoal. 

Além das autoridades públicas, também praticam a comunicação pública, cobrando e dando feedback, e dialogando, agentes como os sindicatos, as ONGs, as empresas, os partidos políticos, os movimentos sociais, os grupos étnicos e as igrejas.

A comunicação pública deve privilegiar o interesse público em detrimento do interesse individual ou corporativo e não pode ser considerada sinônimo de comunicação governamental ou de comunicação partidária. 

A comunicação interna não é uma ação exclusiva da área de comunicação das organizações, sendo as interações face a face ainda muito eficazes para manter ativo o sistema de comunicação interna e para buscar a adesão dos empregados aos valores, objetivos e metas da organização.