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Ter voz ativa na construção de cenários, no lançamento de produtos e na formulação do planejamento estratégico constitui pré-requisito para que a comunicação seja considerada uma área estratégica.


Desde que a área de comunicação das organizações passou a contar com as assessorias de imprensa, propaganda e publicidade e relações públicas, considera-se consolidado, do ponto de vista estratégico, o composto da comunicação integrada

A tela de abertura do Departamento de Comunicação Institucional (DCOM) da UNIFESP apresenta os propósitos do citado departamento no que se refere à Missão, Visão e Valores do DCOM. Eles orientam o exercício da liderança compartilhada, e o conjunto desses elementos representa 

Segundo Margarida Maria Krohling Kunsch, em Planejamento de Relações Públicas na Comunicação Integrada, o tripé clássico da comunicação organizacional é formado por 

A Abracom (Associação Brasileira das Agências de Comunicação), em seu Caderno de Comunicação Organizacional n.º 3, afirma que “as publicações impressas são fundamentais para as organizações projetarem sua imagem para públicos estratégicos. Como pode ser direcionada, cada publicação deve ter linguagem específica para o público de interesse. É fundamental que seja estabelecida uma periodicidade para cada veículo e que esta seja rigorosamente cumprida. Com isso, a publicação consegue gerar credibilidade e fidelidade junto ao público ao qual se destina”. 

Os veículos impressos mais comuns para públicos estratégicos são os seguintes: 

Os especialistas em Comunicação Organizacional reconhecem quatro níveis de análise dos problemas de comunicação. A análise da comunicação entre os indivíduos e de como as pessoas se afetam mutuamente pertence ao nível 



Para Margarida Kunsch, a atuação harmoniosa da comunicação institucional, comunicação mercadológica, comunicação interna e comunicação administrativa corresponde à comunicação. 

Stakeholder é o termo usado para designar as partes interessadas em relação às práticas de governança corporativa executadas pela organização. Segundo a literatura especializada no tema, existem sete tipos de stakeholders. A respeito desses tipos, é correto afirmar que o adormecido tem poder dentro da empresa, mas tem pouca interação com a organização; o arbitrário tem legitimidade, mas não tem poder; o 

Para Pierre Zémor, as mensagens públicas têm por objetivo contribuir para que o poder público cumpra as suas incumbências, que são: 

Em seu livro “Tratado de Comunicação Organizacional e Política”, Gaudêncio Torquato afirma que o discurso político é construído no formato de uma pirâmide que da base para o vértice tem os seguintes elementos, nessa ordem: