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Um dos motivos pelos quais os órgãos públicos recorrem à difusão de conteúdos institucionais na mídia é a necessidade de complementar a publicidade legal com informações esclarecedoras, como ocorre na veiculação de campanhas públicas, dada a existência de desníveis regionais socioeconômicos, culturais e de acesso aos meios de comunicação.


Por estar relacionada ao exercício do poder, a comunicação organizacional deve ser um processo de integração de todos os públicos da organização, visto que gera interações, influências e mudanças de comportamento.


A comunicação tem funções bem específicas, voltadas para a preservação da imagem institucional e para a promoção de produtos, devendo a criação de uma cultura de comunicação na organização ficar reservada à área de gestão de pessoas.

A comunicação interna não é uma ação exclusiva da área de comunicação das organizações, sendo as interações face a face ainda muito eficazes para manter ativo o sistema de comunicação interna e para buscar a adesão dos empregados aos valores, objetivos e metas da organização.

Considerando-se que, em muitas empresas, nem todos os empregados têm acesso à Internet e às novas tecnologias, o jornal mural, os veículos impressos e os boletins setoriais são meios eficientes para a comunicação interna nessas organizações.

As decisões estratégicas da organização não devem ser tomadas sob pressão ou influência de atos comunicativos que não integram a rede formal de comunicação; por isso, rumores e boatos, embora configurem poderosa rede de informação, não devem ser levados em consideração nas tomadas de decisões.


A constituição de um comitê ou gabinete de crise, condição indispensável à administração de crises, deve ser a primeira providência a ser tomada para a neutralização de uma situação de crise institucional.


Uma das primeiras obrigações da administração de uma organização em situação de crise é dar satisfações ao público: o público interno deve ser o primeiro a ser informado e, a seguir, os demais, como acionistas, mídia, clientes, fornecedores e outros stakeholders estratégicos com os quais a organização mantenha algum tipo de relacionamento especial.


Por ser a guardiã do discurso institucional e, consequentemente, zelar pela identidade, imagem e marca da organização, a área de comunicação deve estar ligada diretamente à instância máxima de comando das instituições públicas e privadas.


Ter voz ativa na construção de cenários, no lançamento de produtos e na formulação do planejamento estratégico constitui pré-requisito para que a comunicação seja considerada uma área estratégica.