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O jornalismo cidadão ou jornalismo colaborativo é forte concorrente ao jornalismo tradicional, pois, caracterizado por grande credibilidade, representa a voz dos cidadãos, não estando sujeito a linhas editoriais, seja de empresa, seja de governo.

Fontes e promotores de notícias (news promotors) pautam as redações ao propor o que consideram noticiável e ao manter e atualizar, virtualmente, banco de pautas e banco de matérias.

A prática do pool — evitada no dia a dia pelos chefes de reportagem que desejam versão própria ou exclusiva de determinado fato realizada por seus repórteres — é admitida em grandes coberturas de eventos para os quais seja exigido credenciamento específico limitado.

A produção corresponde ao setor, nas emissoras de televisão, que trata do apoio logístico para a realização de reportagens e entrevistas. Esse apoio ocorre desde o contato antecipado com as fontes até o retorno dos repórteres e equipes com o material a ser editado. 

O diretor de jornalismo é o responsável legal pelo que é veiculado em um telejornal, cabendo também a ele a interlocução com os telespectadores em casos de correção de informações ou de esclarecimentos.

Compete ao editor-chefe, que é o responsável editorial pelo telejornal, decidir o conteúdo noticioso, a seleção e a hierarquização das matérias que irão ao ar.


A leitura na tela segue o denominado padrão em F, que consiste no seguinte: movimento horizontal na parte superior, da esquerda para a direita; na volta, movimento vertical pela parte esquerda da tela, seguido de um segundo movimento horizontal, mais curto, e de um movimento vertical na parte esquerda da tela.


Assim como nas mídias mais tradicionais, na Internet há preferência pelo desdobramento sequencial do fato em título, lide e corpo da matéria; na edição, corta-se do pé para a cabeça.


O processo de noticiabilidade tradicional é inapropriado, no que se refere a valores-notícia e etapas de produção (newsmaking), para o ambiente interativo como a Web 2.0, uma vez que, em um ambiente de compartilhamento, os fatos impactam menos que nos meios massivos, especialmente rádio e TV.


Escrever notícias para a Internet requer a adaptação do texto a diferentes estratégias de leitura, e uma das maneiras de adequar o texto jornalístico à Internet é tratá-lo como hipertexto.