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Leia o trecho abaixo retirado do livro Cibercultura, de Pierre Levy (São Paulo: Editora 34, 1999, p. 237). 

Cada novo sistema de comunicação fabrica seus excluídos. Não havia iletrados antes da invenção da escrita. A impressão e a televisão introduziram a divisão entre aqueles que publicam ou estão na mídia e os outros. Como já observei, estima-se que apenas pouco mais de 20% dos seres humanos possui um telefone. Nenhum desses fatores constitui um argumento sério contra a escrita, a impressão, a televisão ou o telefone. O fato de que haja analfabetos ou pessoas sem telefone não nos leva a condenar a escrita ou as telecomunicações – pelo contrário, somos estimulados a desenvolver a educação primária e a estender as redes telefônicas. Deveria ocorrer o mesmo com o ciberespaço.  

O fator determinante para inclusão digital é 

No âmbito da comunicação pública, a comunicação política se refere 

Em uma pesquisa de opinião, o fator que pode ser desconsiderado na etapa de determinação do tamanho da amostragem é 

Asa Briggs e Peter Burke fazem o seguinte apontamento sobre formas de comunicação realizadas em “rituais” nos séculos XV e XVI: 

Comunicação multimídia 

Parece que as formas de comunicação mais efetivas daquele período – assim como acontece hoje – eram as que apelavam simultaneamente para os olhos e os ouvidos, combinando mensagens verbais com não verbais, musicais e visuais, desde tambores e trombetas de paradas militares até os violinos que acompanhavam performances de salão. No início da era moderna na Europa, essas formas incluíam rituais, espetáculos, montagens de teatro amador, peças, balés e óperas. 

(Adaptado de: Uma história social da mídia – de Gutenberg à Internet. Rio de Janeiro: Zahar, 2006, p. 47-48) 

Nos meios impressos que se desenvolviam com possibilidade de reprodução a partir de um original, a circulação do que ocorria nesses rituais poderia ser feita 

A hipótese do agendamento (agenda setting) foi elaborada a partir de estudos exploratórios de Maxwell McCombs, sobre como a cobertura da mídia influenciava o que as pessoas de Chapell Hill, no estado da Carolina do Norte, debatiam a respeito

O livro publicado em 1967, que busca explicar a sociedade a partir da relação entre pessoas, mediatizada por imagens, se tornou importante referência para os movimentos estudantis e sindicais que realizaram o chamado “maio de 1968”. 

Trata-se do livro 

Em uma empresa pública, 

Leia o seguinte fragmento sobre a teoria da espiral do silêncio: ...quanto mais uma opinião for dominada ou ilegítima, maior a tendência de que ela não seja manifestada. Imagine a seguinte situação: os meios de comunicação, diante de um escândalo político constroem uma imagem desfavorável de seu protagonista. Essa imagem, imposta pelos meios de comunicação, será dominante no universo social consumidor dos produtos desses meios. Isso não impede que haja, nesse universo, vozes discordantes. Elas serão minoritárias. Haverá, no entanto, uma tendência ao silêncio entre os membros desse grupo minoritário. (BARROS FILHO. Clóvis de. Ética na comunicação. São Paulo: Summus) 

 Os primeiros estudos sobre essa teoria foram realizados por 


As imagens podem representar informações digitais interconectadas, são ícones, do que se depreende que o mundo da comunicação imagética é um mundo de aparências, de simulacros. No photoshop, que molda e modifica as imagens nele contidas, o mundo virtual se afasta mais ainda do mundo real — afastamento compatível com a tecnologia empregada, aos moldes da comunicação contemporânea.


A definição de Michel Pêcheux de que o discurso é o efeito de sentidos entre locutores permite que se considere que o discurso humano esteja mais próximo de um hipertexto.