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“O campus Osasco da Universidade Federal São Paulo (Unifesp) promoverá, nos meses de abril e maio, o curso de extensão “1914-2014 – A Grande Guerra e o início de uma era de extremos”. A atividade é gratuita e aberta a toda a comunidade, e as inscrições podem ser feitas entre os dias 3 e 31 de março. As vagas são limitadas”. Este trecho do texto distribuído pelo Departamento de Comunicação Institucional, em 09.02.2014, permite que se afirme que se trata de um press release com enfoque no 

O Guia de Assessoria de Imprensa da UNIFESP alerta que ela se subordina “ao Departamento de Comunicação da Unifesp e tem por objetivo zelar pela imagem da instituição ante os diversos públicos com que se relaciona. Além disso, auxilia servidores, docentes e outros profissionais que falem em nome da Universidade em seus contatos com os meios jornalísticos.”. Contextualizando essa informação nos conceitos defendidos por Margarida Maria Krohling Kunsch, é correto afirmar que a Assessoria de Imprensa da Unifesp 

A tela de abertura do Departamento de Comunicação Institucional (DCOM) da UNIFESP apresenta os propósitos do citado departamento no que se refere à Missão, Visão e Valores do DCOM. Eles orientam o exercício da liderança compartilhada, e o conjunto desses elementos representa 

Segundo Margarida Maria Krohling Kunsch, em Planejamento de Relações Públicas na Comunicação Integrada, o tripé clássico da comunicação organizacional é formado por 

O Manual de Relacionamento com a Imprensa do Ministério Público da União afirma que “não existe OFF para a informação, pois a matéria-prima da Imprensa é a informação. Assim, em algum momento, aquela informação dada em OFF poderá ser usada. (...) Esse é um código de ética que o profissional de comunicação assume com a fonte. Da mesma forma, nunca se deve usar OFF com mais de um jornalista presente. Essa é uma relação bipolar de confiança, nunca múltipla”. 

A publicação considera o OFF uma regra básica do jornalismo que significa que a 

A Abracom (Associação Brasileira das Agências de Comunicação), em seu Caderno de Comunicação Organizacional n.º 3, afirma que “as publicações impressas são fundamentais para as organizações projetarem sua imagem para públicos estratégicos. Como pode ser direcionada, cada publicação deve ter linguagem específica para o público de interesse. É fundamental que seja estabelecida uma periodicidade para cada veículo e que esta seja rigorosamente cumprida. Com isso, a publicação consegue gerar credibilidade e fidelidade junto ao público ao qual se destina”. 

Os veículos impressos mais comuns para públicos estratégicos são os seguintes: 

Segundo o Manual de Assessoria de Imprensa publicado em 1985 e reeditado pela Fenaj em 2007, na estrutura da empresa deve haver um profissional com a função de “facilitar a relação entre o seu cliente – empresa, pessoa física, entidades e instituições – e os formadores de opinião”. No seu leque de atividades, “há destinatários definidos conforme a área de atuação. Ele pode coordenar ações de Relações Públicas, Imprensa, Publicidade e Propaganda e mais recentemente tem incorporado ações de cunho institucional identificadas pela assimilação de estratégias de marketing.” 

Essa atividade deve ser exercida pelo Assessor de 

Há um evento que se constitui em uma reunião de especialistas, sob a direção de um moderador, para apresentação de tema de grande interesse e geralmente de caráter científico, a uma audiência selecionada. Os especialistas desenvolvem partes de um mesmo tema e, posteriormente, entre si desenvolvem uma segunda fase de debate. O coordenador apresenta os especialistas, introduz os tópicos de cada assunto e sumaria as exposições feitas. A assistência participa somente no final, com perguntas escritas e identificadas, sem polemizar. (http://cerimonialpublico.blogspot.com.br. Adaptado) 

Eventos com essas características são chamados de 

Há uma atividade própria do profissional de Relações Públicas que, segundo Said Farhat, não se confunde com “tráfico de influência ou intercâmbio de interesses; jogadas escusas “por baixo do pano”; uso de dinheiro para obter favores, “tratamento especial”, exceções às regras gerais; também não é tudo aquilo mais bem caracterizado e entendido sob a rubrica própria, pelo nome certo de corrupção”. 

No Código de Ética dos Profissionais de Relações Públicas, essa atividade está mencionada nos artigos 28 a 30 e trata da possibilidade

Em uma cerimônia em que as bandeiras do Brasil, do Estado de São Paulo e do Município de São José dos Campos forem hasteadas, a ordem será a seguinte: