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A disfunção narcotizante atribuída por alguns teóricos aos meios de comunicação de massa inclui a análise de que esses meios canalizam a energia humana para um conhecimento passivo e não para a participação ativa.

O professor Herbert Marshall McLuhan é considerado por muitos um profeta da globalização. Na concepção desse professor, um meio de comunicação pode ser classificado como quente ou frio, conforme a maneira como é percebido e como as mensagens são incorporadas pela audiência. Os meios frios, por possuírem baixa definição, exigem maior participação e envolvimento, o que permite que uma maior quantidade de informação seja preenchida pelos “usuários”. Meios frios, assim, exigem participação elevada para que se preencham as lacunas de entendimento ou conhecimento. A televisão, segundo McLuhan, é um meio de comunicação frio.

Teaser é um recurso utilizado depois de uma campanha que não teve o impacto desejado. Elaborado de maneira criativa, o teaser concentra a atenção do público em determinada característica do produto ou acontecimento que não foram suficientemente explorados ou compreendidos com a campanha de propaganda.

Há relação entre interesse jornalístico e abrangência de público-alvo de uma informação. Quanto maior o interesse jornalístico, maior a abrangência do público a que a informação possa se destinar. Quanto mais abrangente o público, mais se pode particularizar a linguagem. 

No processo de comunicação diária, cada leitor deve ser tratado como se estivesse tomando conhecimento do assunto no instante da leitura da notícia.

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Prova: Agência Nacional de Telecomunicações
Ano: 2006    Banca: CESPE    Cargo: Jornalismo
Disciplina: Jornalismo
Assunto: Gêneros Jornalísticos

Para a entrevista pingue-pongue (também chamada de pergunta-e-resposta), o repórter precisa planejar os assuntos a serem tratados e formular perguntas com astúcia e inteligência. Nesse estilo de entrevista, algumas vezes a pergunta é mais importante e mais reveladora para o leitor do que a resposta, e o seu significado cresce se ela ficar sem resposta.

O repórter, além de traduzir a realidade, deve confrontar as diferentes perspectivas e selecionar fatos e versões que permitam ao leitor, ao ouvinte ou ao telespectador orientar-se diante dessa realidade. 

Com o aparecimento da Internet, os press releases deixaram de ser a principal fonte de formação da agenda dos jornais e fonte das próprias reportagens. Até bem pouco tempo, muitos jornais teriam dificuldade de completar suas edições se não contassem com os releases, principalmente os veículos de pequeno e médio porte, o que não acontece atualmente.

Diante da infinidade de acontecimentos que potencialmente podem virar notícia, muitas vezes a seleção desses acontecimentos se dá em função das limitações físicas do produto da mídia (número de páginas, de segundos etc.).

Na época do lançamento do Jornal Nacional, a televisão brasileira já dispunha de videoteipe (VT), mas essa tecnologia era utilizada apenas nos programas de dramaturgia e entretenimento. Na produção de reportagens, usava-se o filme em 16 mm, porque ainda não existia o videoteipe portátil.