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A teoria matemática da comunicação explica como a redundância da mensagem possibilita que o destinatário recupere uma informação codificada pelo emissor, que foi deteriorada pelo ruído ao passar pelo canal.
A teoria hipodérmica considera que, no processo de comunicação, o emissor é ativo e o receptor, passivo.
A disfunção narcotizante, noção cunhada por Lazarsfeld e Merton, diz que as pessoas não se tornam mais dispostas à participação política pela exposição às mensagens midiáticas.
A tradição dos estudos culturais, na linha de pesquisa associada a Stuart Hall, ensina que a decodificação de uma mensagem é hegemônica no contexto da ideologia.
O off, ou narração do fato coberta por imagens; a passagem, ou narração do fato por repórter enquadrado pela câmara; e a sonora, ou depoimento de entrevistado enquadrado pela câmara, constituem os três elementos básicos de estruturação de uma reportagem para a televisão.
Nas reportagens televisivas, a linguagem técnica deve ter primazia sobre a coloquial; assim, em vez de droga deve ser dito entorpecente; em vez de morte, óbito; e em vez de preso, detento.
Ao telespectador concede-se o direito de receber todo o conteúdo esmiuçado, não devendo o jornalista pressupor que ele tenha conhecimento de geografia, história ou de matemática, obrigando-o realizar cálculos, por exemplo.
A presença do repórter no vídeo é um recurso que tanto serve para valorizar a informação mais importante da reportagem quanto para destacar uma informação relevante não acompanhada da imagem correspondente.
A indicação de plano geral significa que o repórter deve ser enquadrado de corpo inteiro.
A indicação de primeiro plano significa que o repórter deve ser enquadrado com um corte na altura dos ombros.