D.com - Dicionário de comunicação social

Nosso Dicionário de Comunicação Social On-Line - D.Com tem a finalidade de acumular todas as terminologias úteis e jargões das áreas de jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas e comunicação social, além de neologismos que surgiram com o advento da internet e das novas tecnologias. Por isso, está em constante atualização e aprimoramento.

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Agenda Building

(Construção da agenda) Põe ênfase nos fluxos comunicativos, cognitivos, simbólicos e nos processos de construção múltipla e colaborativa de opinião, resultado de uma lógica negocial. Conceitualizada como uma teoria da ciência política, a  agenda building descreve o processo contínuo pelo qual vários grupos tentam transferir seus interesses para os interesses dos formuladores de políticas públicas. Ela se concentra na relação entre a sociedade e o formulador de políticas.

Enunciar

Expor, exprimir, declarar por escrito ou oralmente (pensamentos, ideias etc.). Indicar, dar sinais de; anunciar, manifestar. Manifestar-se, exprimir-se, falar. De forna geral, os enunciados são considerados como sendo acontecimentos discursivos, ou seja, são as unidades de comunicação/interação entre os sujeitos.

A Linguística da Enunciação se destaque com a publicação da obra Marxismo e Filosofia da Linguagem (1929), de Mikhail Bakhtin, que lançou as bases teórico-metodológico para análise dos fenômenos de linguagem que visam a enunciação,ou seja, a interação verbal. Para que possamos compreender os efeitos de sentido produzidos por um enunciado, precisamos considerá-lo em suas condições de produção e não apenas analisá-lo morfológica ou sintaticamente. 

Sofisma

Argumento ou raciocínio concebido com o objetivo de produzir a ilusão da verdade, que, embora simule um acordo com as regras da lógica, apresenta, na realidade, uma estrutura interna inconsistente, incorreta e deliberadamente enganosa. É um raciocínio ou falácia se chama a uma refutação aparente, refutação sofística e também a um silogismo aparente, ou silogismo sofístico, mediante os quais se quer defender algo falso e confundir o contraditor. 

Era Tecnotrônica

Em seu artigo Entre Duas Idades: O Papel da América na Era Tecnetrônica, de 1970, Brzezinski argumentou que era necessária uma política coordenada entre as nações desenvolvidas para conter a instabilidade global que entra em erupção devido à crescente desigualdade econômica. Brzezinski denominou de tecnotrônica a combinação de diferentes tecnologias que permite o advento de um novo salto a menos de cada cinco anos.

Níveis de Linguagem

Existem três principais níveis de linguagem: a linguagem culta (ou variante-padrão), a linguagem familiar (ou coloquial) e a linguagem popular.

Era dos Meios de Comunicação de Massas

 A “penny press”, no século XIX, inaugurou a era dos meios de comunicação de massas – e o jornalismo profissional. Seu modelo bem-sucedido foi expandido para o rádio, em seguida para a TV. Nos meios eletrônicos, a informação passou a ser disseminada gratuitamente. A comunicação de massa era uma via de mão única: havia poucos emissores (os jornais, rádios e TV) – mas inúmeros receptores. O tamanho da audiência determinava o sucesso da comunicação. Quanto mais gente uma mensagem atingia, melhor para quem comunicava e maior era o sucesso comercial.

Teoria da Recepção

Teoria da Recepção é uma teoria de análise do fato artístico ou cultural que enfoca sua análise no receptor. Entre os estudiosos que enfatizam o papel do receptor no processo comunicativo destacam-se Jesus Martin-Barbero e Stuart Hall. Para Hall, "um texto" não é aceitado passivamente pela platéia ou pelos leitores, mas que estes interpretam e fundamentam outros significados a partir da experiência individual e cultural. Assim o texto literário ou artístico é criado não pelo artista, mas na relação estabelecida entre o objeto e o receptor ou leitor.

Estudos Culturais

Estudos Culturais (cultural studies) – Escola inglesa do fim dos anos 1950. Os estudos se basearam na abordagem estética e ética ligadas às práticas das culturas populares. Nela, os meios de comunicação sustentam e reproduzem a estabilidade cultural. Os meios de comunicação se relacionam com o sistema social, continuidade e transformação da cultura e o controle social. As pessoas são “produtores e “consumidores” de cultura ao mesmo tempo. É a única teoria que concebe o receptor ou destinatário da mensagem como agente crítico da cultura de massa. 

Two Step Flow Communication

Two Step Flow Communication, ou Teoria dos Dois Níveis, destaca a importância dos formadores de opinião comunitários como construtores de opinião pública em pequena escala. É determinado justamente pela mediação que os líderes de opinião desenvolvem entre a mídia e os outros indivíduos do grupo. O Líder de Opinião é aquele que por suas quantidades de iniciativa e conformidade social filtra os anseios e necessidades do grupo. Os líderes de opinião servem de agentes principais da mudança de opinião. Segundo as Teorias das Influências Seletivas, Abordagem Empírica de Campo (Efeitos Limitados) de Paul Lazarfeld, os Líderes de Opinião são pessoas capazes de influenciar outras pessoas na hora da tomada de uma decisão. São membros da comunidade que influenciam pessoas em concorrência com os meios de massa. 

Líder de Opinião

Líder de Opinião é aquele que por suas quantidades de iniciativa e conformidade social filtra os anseios e necessidades do grupo. Os líderes de opinião servem de agentes principais da mudança de opinião. Segundo as Teorias das Influências Seletivas, Abordagem Empírica de Campo (Efeitos Limitados) de Paul Lazarfeld, os Líderes de Opinião são pessoas capazes de influenciar outras pessoas na hora da tomada de uma decisão. São membros da comunidade que influenciam pessoas em concorrência com os meios de massa. O Two Step Flow Communication destaca a importância dos formadores de opinião comunitários como construtores de opinião pública em pequena escala. É determinado justamente pela mediação que os líderes de opinião desenvolvem entre a mídia e os outros indivíduos do grupo.

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