D.com - Dicionário de comunicação social

Nosso Dicionário de Comunicação Social On-Line - D.Com tem a finalidade de acumular todas as terminologias úteis e jargões das áreas de jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas e comunicação social, além de neologismos que surgiram com o advento da internet e das novas tecnologias. Por isso, está em constante atualização e aprimoramento.

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Rádio Digital

Rádio Digital é a transmissão de informação através do método de modulação digital de Rádio. As principais vantagens do Rádio Digital estão na melhoria da qualidade do som (Rádio AM com qualidade de FM e Rádio FM com qualidade de CD) e em mais opções para o ouvinte, como letreiros digitais com informações adicionais como notícias e previsão do tempo. A digitalização do rádio e a parceria com novas mídias oferecem também uso mais eficiente do espectro, interatividade, menor consumo de energia elétrica, possibilidades de novos modelos de negócios e maior participação no mercado publicitário. Existem três padrões principais de Rádio Digital: o Americano, o Europeu e o Japonês.

IBOC

IBOC (In-Band-On-Channelpossibilita a transmissão simultânea de sinais digitais dentro da mesma banda para o sinal analógico da emissora. No modo híbrido, ambos os sinais – o analógico e o digital – convivem dentro do mesmo canal. Existem duas versões do IBOC: uma para a faixa de ondas médias (IBOC AM) e outra para a faixa de 88-108 MHz (IBOC FM). 

Grade de Programação

Em rádio e TV, a programação em si mesma, classificada como tal. Esquema dos programas contendo horários e títulos, e indicando músicas, textos a serem irradiados. Esquema da programação diária, semanal ou mensal de uma emissora de rádio ou TV. 

Mochilink

O Mochilink transmite conteúdo ao vivo, com extrema qualidade, em eventos especiais/ao vivo. Prático, leve e de fácil utilização, o Mochilink utiliza redes 3G/4G, Wi-fi, Wi-Max e satélites para a transmissão do sinal. O mochilink revolucionou o telejornalismo ao vivo das principais emissoras pela sua agilidade e simplicidade.

People meter

Dispositivo que permite medir passivamente a audiência dos canais de TV ou rádio. Um codificador de áudio ou vídeo é instalado na emissora ou na rede cabo, e emite um sinal especial dentro do sinal de vídeo e áudio da emissora. Na casa do espectador outro dispositivo é instalado que envia de uma série de informações, tais como: Frequência do canal, hora em que foi sintonizado/dessintonizado, hora em que a TV foi desligada, entre outros. 

Sensorialidade

A sensorialidade pode ser entendida como um diálogo mental entre o emissor e o receptor. É através da sensorialidade do rádio que se conquista e envolve o ouvinte. Nela, o ouvinte participa mentalmente da ação descrita na mensagem.

Aquário

Jargão para designar estúdio envidraçado com isolamento acústico para realizar locução de rádio ou TV. Nele, a pessoa que está realizando a locução pode ser vista pelo lado de fora, se assemelhando a um aquário.

Off Tube

Narração feita a partir do estúdio - usual, por exemplo, em eventos esportivos.

Dexismo

Hobby de se escutar transmissões de sinais longínquos, provenientes de regiões distantes, fora das áreas de cobertura projetadas pelas emissoras e preferencialmente de potências reduzidas. O dexista caça sinais de rádio que em condições normais não poderiam ser ouvidos em sua região, sem a experiência, a paciência, a perseverança e as técnicas de seu praticante. Concentram na busca de emissoras de radiodifusão oficial seja em ondas médias, ondas curtas, freqüência modulada ou televisão, destinadas ao público em geral, e também buscam emissoras clandestinas, piratas, radioamadorísticas, ou utilitárias prestadoras de serviços com as mesmas características. Para o dexista os programas são de interesse secundário, visto que seu foco está concentrado em vencer o desafio de caçar e ouvir uma emissora de difícil captação.

Linguagem Radiofônica

 Segundo Luiz Artur Ferraretto (2006), a linguagem radiofônica é composta por elementos distintos: 

Palavra (voz humana aliada ao conteúdo/texto e entonação) - Linguagem coloquial deverá evitar clichês, jargões, bem como expressões viciosas, sem, quebrar o objetivo pretendido: persuadir o ouvinte para a informação. Neste sentido, as informações devem partir de fontes confiáveis, objetivando o mínimo possível de refutações, tanto por parte dos ouvintes como por parte dos concorrentes os quais tomarão as informações como verdades, por meio de recursos auditivos importantes, dentre eles a entonação. Esses elementos estimulam sensações, sentimentos e ideias nos ouvintes fazendo com que eles vejam o mundo com os olhos da imaginação.

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