D.com - Dicionário de comunicação social

Nosso Dicionário de Comunicação Social On-Line - D.Com tem a finalidade de acumular todas as terminologias úteis e jargões das áreas de jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas e comunicação social, além de neologismos que surgiram com o advento da internet e das novas tecnologias. Por isso, está em constante atualização e aprimoramento.

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Fluxo de Informação

O conceito de Fluxo de Informação, no entanto, é também utilizado por outros três campos diferentes de conhecimento: Semiótica - considera a influência dos fluxos na construção do discurso; Teoria da Informação - influenciada por modelos matemáticos e de informática; e Teoria da Comunicação - identifica tais fluxos com a organização geopolítica e geocultural do mundo. 

Exclusão Digital

A exclusão digital, ou desigualdade digital, deve ser considerada ao se pensar no uso de novas tecnologias para que estas não venham a perpetuar a exclusão e criar um abismo ainda maior entre os que têm e os que não têm acesso às inovações tecnológicas. É um conceito que diz respeito às extensas camadas das sociedades que ficaram à margem do fenômeno da sociedade da informação e da expansão das redes digitais.

Semiótica

A semiótica compreende que tudo o que existe no pensamento se manifesta como signo, especialmente na língua. Dessa maneira, a semiótica estaria na fronteira da lógica e diversas outras disciplinas. Por exemplo, as nuvens no céu representam uma chuva ainda por vir e os cata-ventos movem-se na direção dos ventos. Nuvens e cata-ventos são, portanto, signos.

Fetiche Tecnológico

Segundo Zygmunt Bauman, o paradoxo do fetiche tecnológico é que a tecnologia que age em nosso favor realmente nos habilita a permanecer politicamente passivos. Não temos de assumir a responsabilidade política porque a tecnologia faz isso por nós. Desse modo, uma vez mais, tudo que precisamos é universalizar determinada tecnologia e assim teremos uma ordem social democrática ou harmoniosa.

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Padrões de Manipulação

Para Perseu Abramo “uma das principais características do jornalismo no Brasil, hoje, praticado pela maioria da grande imprensa, é a manipulação da informação”. Ele aponta quatro “padrões de manipulação”. 1. Padrão de Ocultação - Tratar-se de “um deliberado silêncio militante sobre determinados fatos da realidade”. Esse padrão opera nos atos preliminares da busca da informação, ou seja, “no ‘momento’ das decisões de planejamento da edição, da programação ou da matéria particular daquilo que na imprensa geralmente se chama de pauta”. 

Interacionismo Simbólico

As pessoas interagem umas com as outras por meio de interpretação mutua das ações e definição um do outro, em vez de somente reagir às ações um do outro. Suas respostas não são dadas diretamente às ações um do outro, mas baseadas no significado que eles atribuem a tais ações. Assim, interação humana é mediada pelo uso de símbolos e significados, através de interpretação, ou determinação do significado das ações um do outro". Blumer 

Aparelhos Ideológicos do Estado

A Teoria dos Aparelhos Ideológicos de Estado, do filósofo francês Louis Althusser, cria uma visão monolítica e acabada de organização social, na qual tudo é rigidamente organizado, planejado e definido pelo Estado, de maneira que resta aos cidadãos apenas a resignação ante o Estado onipresente e absolutamente dominante. Os Aparelhos Ideológicos de Estado, que não se confundem com o Aparelho (repressivo) de Estado, se apresentam na forma de instituições distintas e especializadas. São eles: Religioso, Escolar, Familiar, Jurídico, Político, Sindical, Cultura e de Informação (imprensa, rádio, televisão etc.).

Teoria Estruturalista

Teorias Estruturalista e Interacionista (teorias complementares que tiveram como base a Teoria Construcionista) surgiram a partir dos anos 60 e 70. As duas teorias afirmam de que a notícia é resultado de processos complexos de interação social entre agentes sociais, ressaltam ainda a importância de se analisar o jornalista como um construtor da realidade, não somente um reprodutor. “Os jornalistas e fontes de informação; os jornalistas e a sociedade; os membros da comunidade profissional, dentro e fora da sua organização” (Traquina).  

Canal

Segundo o Dicionário de Ciências da Comunicação, Canal é 1. Um dos elementos de processo de comunicação: linha de contato semiótico entre o destinador e destinatário ou receptor. Meio que possibilita a transmissão de sinais no processo de comunicação. Suporte físico necessário para estabelecer comunicação entre dois elementos de um sistema, por ser auditivo, visual ou tátil. A mensagem pode ser enviada por um canal, ou, simultaneamente, por vários.

Estruturalismo

Estruturalismo é uma Teoria Lingüística que considera a língua como um conjunto estruturado, onde as analogias definem os termos. É uma atividade, sucessão de uma certa quantidade de operações mentais. Partindo desse princípio é possível falar em atividade estruturalista cujo objetivo seria reconstituir um objeto de estudo.Considera a língua como um conjunto estruturado, ou seja, por um sistema abstrato em que os elementos constituintes são interdependentes e que possuem ordenação e dinamismo próprios. O método de análise estruturalista examina as relações e funções desses elementos considerando que não há fatos isolados e sim partes de um todo com alguma relação interna. 

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