D.com - Dicionário de comunicação social

Nosso Dicionário de Comunicação Social On-Line - D.Com tem a finalidade de acumular todas as terminologias úteis e jargões das áreas de jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas e comunicação social, além de neologismos que surgiram com o advento da internet e das novas tecnologias. Por isso, está em constante atualização e aprimoramento.

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Era dos meios de comunicação de massas

 A “penny press”, no século XIX, inaugurou a era dos meios de comunicação de massas – e o jornalismo profissional. Seu modelo bem-sucedido foi expandido para o rádio, em seguida para a TV. Nos meios eletrônicos, a informação passou a ser disseminada gratuitamente. A comunicação de massa era uma via de mão única: havia poucos emissores (os jornais, rádios e TV) – mas inúmeros receptores. O tamanho da audiência determinava o sucesso da comunicação. Quanto mais gente uma mensagem atingia, melhor para quem comunicava e maior era o sucesso comercial.

Teoria da Recepção

Teoria da Recepção é uma teoria de análise do fato artístico ou cultural que enfoca sua análise no receptor. Entre os estudiosos que enfatizam o papel do receptor no processo comunicativo destacam-se Jesus Martin-Barbero e Stuart Hall. Para Hall, "um texto" não é aceitado passivamente pela platéia ou pelos leitores, mas que estes interpretam e fundamentam outros significados a partir da experiência individual e cultural. Assim o texto literário ou artístico é criado não pelo artista, mas na relação estabelecida entre o objeto e o receptor ou leitor.

Estudos Culturais

Estudos Culturais (cultural studies) – Escola inglesa do fim dos anos 1950. Os estudos se basearam na abordagem estética e ética ligadas às práticas das culturas populares. Nela, os meios de comunicação sustentam e reproduzem a estabilidade cultural. Os meios de comunicação se relacionam com o sistema social, continuidade e transformação da cultura e o controle social. As pessoas são “produtores e “consumidores” de cultura ao mesmo tempo. É a única teoria que concebe o receptor ou destinatário da mensagem como agente crítico da cultura de massa. 

Two Step Flow Communication

Two Step Flow Communication, ou Teoria dos Dois Níveis, destaca a importância dos formadores de opinião comunitários como construtores de opinião pública em pequena escala. É determinado justamente pela mediação que os líderes de opinião desenvolvem entre a mídia e os outros indivíduos do grupo. O Líder de Opinião é aquele que por suas quantidades de iniciativa e conformidade social filtra os anseios e necessidades do grupo. Os líderes de opinião servem de agentes principais da mudança de opinião. Segundo as Teorias das Influências Seletivas, Abordagem Empírica de Campo (Efeitos Limitados) de Paul Lazarfeld, os Líderes de Opinião são pessoas capazes de influenciar outras pessoas na hora da tomada de uma decisão. São membros da comunidade que influenciam pessoas em concorrência com os meios de massa. 

Líder de Opinião

Líder de Opinião é aquele que por suas quantidades de iniciativa e conformidade social filtra os anseios e necessidades do grupo. Os líderes de opinião servem de agentes principais da mudança de opinião. Segundo as Teorias das Influências Seletivas, Abordagem Empírica de Campo (Efeitos Limitados) de Paul Lazarfeld, os Líderes de Opinião são pessoas capazes de influenciar outras pessoas na hora da tomada de uma decisão. São membros da comunidade que influenciam pessoas em concorrência com os meios de massa. O Two Step Flow Communication destaca a importância dos formadores de opinião comunitários como construtores de opinião pública em pequena escala. É determinado justamente pela mediação que os líderes de opinião desenvolvem entre a mídia e os outros indivíduos do grupo.

Eficácia de Agenda

Segundo Mauro Wolf, a eficácia de agenda está relacionada a eficácia da transmissão de uma informação. Há uma "maior eficácia da informação escrita em relação à televisiva, para confirmar necessidade de colocar questão de acordo com análise das modalidades específicas que cada mass media possui para provocar efeitos de agenda, McCombs defende uma eficácia temporalmente graduada e diferenciada dos vários mass media. Os jornais são os principais promotores da agenda do público. Definem amplamente âmbito do interesse público, mas os noticiários televisivos não são totalmente desprovidos de influência. 

Interdiscurso x Intradiscurso

O Interdiscurso é a constituição de um discurso em relação a outro já existente. É um conjunto de ideias, organizadas por meio do texto, que se apropria, implícita ou explicitamente, de outras configuradas anteriormente. Para o teórico da literatura Gérard Genette, esse conceito dialoga diretamente com a sua ideia de “arquitextualidade”, já que ambos explicitam a noção de que um discurso é tudo aquilo que põe um texto em relação com outros. A hipertextualidade dá sentido ao conceito de Interdiscurso. Ela explica que todo discurso é construído por cima de outro anterior. 

Retórica

Retórica é a arte de usar uma linguagem para comunicar de forma eficaz e persuasiva. "A Retórica como uma arte que se dedica a dirimir discursivamente uma questão tida por premente, a qual requer uma decisão através do emprego deliberado de estratégias persuasivas dirigidas a um conjunto particular de pessoas, visando transformar uma dada situação – existente e problemática – por intermédio da adoção de novas formas de pensamento e ação". Mateus

Ciências da Informação

A Ciência da informação é um campo interdisciplinar principalmente preocupado com a análise, coleta, classificação, manipulação, armazenamento, recuperação e disseminação da informação. Estuda a informação desde a sua gênese até o processo de transformação de dados em conhecimento. 

Multimodalidade

O conceito de multimodalidade vem da Teoria da Semiótica (Semiótica Social). A Semiótica estuda não só que é dito pelo texto, mas também pelas estratégias textual-discursivas traçadas pelo autor do texto, a fim de exteriorizar o seu dizer. É um campo de estudo que se dedica sobre construções linguísticas do texto, para materializar seu dizer.  A Semiótica concede prima pelo estudo do texto, mais especificamente, focando em explicar “o que o texto diz e como ele faz para dizer o que diz”. Barros Os textos multimodais constituem a nova tendência na comunicação. Devido a disseminação acelerada das novas tecnologias, o texto vem adquirindo novas configurações, que transcendem a modalidade escrita da linguagem (as palavras, as frases), sendo constituídas por elementos das múltiplas formas da linguagem (escrita, oral e visual).  

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