D.com - Dicionário de comunicação social

Nosso Dicionário de Comunicação Social On-Line - D.Com tem a finalidade de acumular todas as terminologias úteis e jargões das áreas de jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas e comunicação social, além de neologismos que surgiram com o advento da internet e das novas tecnologias. Por isso, está em constante atualização e aprimoramento.

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Web 1.0

Um site com o formato de Web 1.0 é estático e com pouca interatividade dos internautas e diversos diretórios de links. É possível visitá-lo muitas vezes, mas não haverá nada de novo em todas as novas visitas e não há motivo para retornar a ele.

Videocast

Videocast (videopodcast ) é um conceito intimamente relacionado ao podcasting , o que o diferencia da natureza multimídia do videocast em relação ao podcast (que é somente áudio). O videocast é uma técnica multimídia que permite transmitir informações de áudio e vídeo através de uma transmissão digital geralmente feita pela internet. Para realizar esta comunicação, é necessário um servidor de streaming , um canal de comunicação e um cliente que pode ser um computador, dispositivo móvel ou qualquer terminal conectado à internet com a capacidade de reproduzir e ter a transmissão no momento em que for necessário. É comum o uso de mpg ou mp4 para codificar a informação. 

Widget

Um widget é um componente de uma interface gráfica do usuário, que inclui janelas, botões, menus, ícones, barras de rolagem entre outros. Os widgets são também pequenos aplicativos que flutuam pela área de trabalho e fornecem funcionalidade específicas ao utilizador (previsão do tempo, cotação de moedas, relógio etc.).  Alguns widgets tem por objetivo receber dados do usuário e com isso gerar algum tipo de registro, como os controles de formulário. Componentes como entrada de texto, caixa de seleção, menu de seleção, botões de múltipla escolha e outros são capazes de definir a natureza dos dados a serem coletados, e dessa forma enumerar todas as possibilidades de dados a serem apresentados pelo usuário. 

Projeto Facebook para Jornalismo

O Projeto Facebook para Jornalismo foi lançado em 2017 com o objetivo de criar laços mais fortes entre a rede social e a indústria de notícias.  É uma plataforma de curadoria que busca e organiza as notícias. A ferramenta foi projetada para ajudar jornalistas da grande mídia e profissionais afins na finalização da coleta, ordenamento e edição das notícias. A plataforma foi planejada para uso exclusivo de páginas verificadas e profissionais reconhecidos da imprensa. A ferramenta do Facebook foi desenhada para ser o suporte da atividade de finalização da coleta de dados dentro da rede. Ela serve muito bem para acabamento e finalização de reportagens. Ou pós-edição.

Não linearidade

Em hipermídia, a não-linearidade é pressuposto fundamental do hipertexto. Ela ocorre quando há multiplas ligações entre blocos informativos e há liberdade total de navegação. A hipermídia é a fusão várias mídias a partir desses elementos não-lineares. A forma mais comum de Hipermídia é o Hipertexto, no qual a informação é apresentada sob a forma de texto interativo. O usuário é capaz de ler de forma não linear, ou seja, ele escolhe entre o início, o meio ou o fim do conteúdo. Não linear refere-se a todas as estruturas que não apresentam um único sentido. Estrutura que apresenta múltiplos caminhos e destinos, desencadeando em múltiplos finais. Em Teoria Geral dos Sistemas diz-se que a não-linearidade é pressuposto de Sistemas Complexos e sua intricada rede leva a caminhos distintos e inimagináveis até mesmo para os criadores do sistema. Isto ocorre devidas interações entre dados e conexões que se tornam cada vez mais complexas, e estas geram realimentações que por sua vez realimentam o sistema tornando-o autorregulador. 

Web 2.0

A Web 2.0 (web participativa) marcou o início da Era Social na internet. O termo foi criado em 2004 por Tim O’Reilly para designar uma segunda geração de comunidades e serviços, tendo como conceito a "Web como plataforma", envolvendo wikis, aplicativos baseados em folksonomia, redes sociais e Tecnologia da Informação. Foi a revolução dos blogs e chats, das mídias sociais colaborativas, das redes sociais e do conteúdo produzido pelos próprios internautas. Os sites criados na Web 2.0 já não são estáticos e possuem um layout  focado no consumidor e na usabilidade dos buscadores. Conceitos de SEO se tornam essenciais para esses sites.

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