D.com - Dicionário de comunicação social

Nosso Dicionário de Comunicação Social On-Line - D.Com tem a finalidade de acumular todas as terminologias úteis e jargões das áreas de jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas e comunicação social, além de neologismos que surgiram com o advento da internet e das novas tecnologias. Por isso, está em constante atualização e aprimoramento.

para a tag "Teorias da Comunicação"

Gestault

A Gestalt  (teoria da forma, psicologia da gestalt, psicologia da boa forma e leis da gestalt) é uma doutrina que defende que, para se compreender as partes, é preciso, antes, compreender o todo. Refere-se a um processo de dar forma, de configurar "o que é colocado diante dos olhos, exposto ao olhar". Foi criada pelo psicanalista Fritz Perls e trabalha com dois conceitos: super-soma e transponibilidade. Os sete fundamentos básicos da Gestalt são:

  • Segregação: desigualdade de estímulo; gera hierarquia: importância e ordem de leitura.
  • Semelhança: elementos da mesma cor e forma tendem a ser agrupados e constituir unidades. E estímulos mais próximos e semelhantes, possuem a tendência de serem mais agrupados.
  • Unidade: um elemento se encerra nele mesmo; vários elementos podem ser percebidos como um todo.
  • Proximidade: elementos próximos tendem a ser agrupados visualmente: unidade de dentro do todo.
  • Pregnância: é a lei básica da percepção da gestalt.
  • Simplicidade: tendência à harmonia e ao equilíbrio visual.
  • Fechamento: formas interrompidas; preenchimento visual de lacunas.
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Teoria da Propaganda

Em A Manipulação do Público, de Edward S. Herman e Noam Chomsky, é apresentada a Teoria da Propaganda que explica a existência de um viés sistêmico dos meios de comunicação em termos de causas econômicas e estruturais e não como fruto de uma eventual conspiração criada por algumas pessoas ou grupos de pessoas contra a sociedade.Esse modelo mostra que esse viés deriva da existência de cinco filtros que todas as notícias precisam ultrapassar antes de serem publicadas e que, combinados, distorcem sistematicamente a cobertura das notícias pelos meios de comunicação.

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Semiótica

A semiótica compreende que tudo o que existe no pensamento se manifesta como signo, especialmente na língua. Dessa maneira, a semiótica estaria na fronteira da lógica e diversas outras disciplinas. Por exemplo, as nuvens no céu representam uma chuva ainda por vir e os cata-ventos movem-se na direção dos ventos. Nuvens e cata-ventos são, portanto, signos. (click no título/link para ver a definição completa)

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Fetiche Tecnológico

Segundo Zygmunt Bauman, o paradoxo do fetiche tecnológico é que a tecnologia que age em nosso favor realmente nos habilita a permanecer politicamente passivos. Não temos de assumir a responsabilidade política porque a tecnologia faz isso por nós. Desse modo, uma vez mais, tudo que precisamos é universalizar determinada tecnologia e assim teremos uma ordem social democrática ou harmoniosa. (click no título/link para ver a definição completa)

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Padrões de Manipulação

Para Perseu Abramo “uma das principais características do jornalismo no Brasil, hoje, praticado pela maioria da grande imprensa, é a manipulação da informação”. Ele aponta quatro “padrões de manipulação”. 1. Padrão de Ocultação - Tratar-se de “um deliberado silêncio militante sobre determinados fatos da realidade”. (click no título/link para ver a definição completa)

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Interacionismo Simbólico

As pessoas interagem umas com as outras por meio de interpretação mutua das ações e definição um do outro, em vez de somente reagir às ações um do outro. Suas respostas não são dadas diretamente às ações um do outro, mas baseadas no significado que eles atribuem a tais ações. Assim, interação humana é mediada pelo uso de símbolos e significados, através de interpretação, ou determinação do significado das ações um do outro". Blumer 

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Aparelhos Ideológicos do Estado

A Teoria dos Aparelhos Ideológicos de Estado, do filósofo francês Louis Althusser, cria uma visão monolítica e acabada de organização social, na qual tudo é rigidamente organizado, planejado e definido pelo Estado, de maneira que resta aos cidadãos apenas a resignação ante o Estado onipresente e absolutamente dominante. (click no título/link para ver a definição completa)

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Teoria Estruturalista e Interacionista

Teorias Estruturalista e Interacionista (teorias complementares que tiveram como base a Teoria Construcionista) surgiram a partir dos anos 60 e 70. As duas teorias afirmam de que a notícia é resultado de processos complexos de interação social entre agentes sociais, ressaltam ainda a importância de se analisar o jornalista como um construtor da realidade, não somente um reprodutor. (click no título/link para ver a definição completa)

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Canal

Segundo o Dicionário de Ciências da Comunicação, Canal é 1. Um dos elementos de processo de comunicação: linha de contato semiótico entre o destinador e destinatário ou receptor. Meio que possibilita a transmissão de sinais no processo de comunicação. Suporte físico necessário para estabelecer comunicação entre dois elementos de um sistema, por ser auditivo, visual ou tátil. A mensagem pode ser enviada por um canal, ou, simultaneamente, por vários. (click no título/link para ver a definição completa)

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Estruturalismo

Estruturalismo é uma Teoria Lingüística que considera a língua como um conjunto estruturado, onde as analogias definem os termos. É uma atividade, sucessão de uma certa quantidade de operações mentais. Partindo desse princípio é possível falar em atividade estruturalista cujo objetivo seria reconstituir um objeto de estudo.(click no título/link para ver a definição completa)

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