D.com - Dicionário de comunicação social

Nosso Dicionário de Comunicação Social On-Line - D.Com tem a finalidade de acumular todas as terminologias úteis e jargões das áreas de jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas e comunicação social, além de neologismos que surgiram com o advento da internet e das novas tecnologias. Por isso, está em constante atualização e aprimoramento.

Outorga e Concessão de Rádio e TV

Segundo a Constituição Federal de 1988, compete ao Poder Executivo outorgar e renovar concessão, permissão e autorização para o serviço de radiodifusão sonora e de sons e imagens, observando o princípio da complementariedade dos sistemas privado, público e estatal. Cabe à União, por meio do Ministério das Comunicações, conceder a empresas privadas, por meio de concessões, o direito de possuir um canal de rádio ou televisão no Brasil. Essas regras existem porque há um limite físico para a existência de emissoras de rádio e televisão, determinado pelo espectro das faixas de frequência. Para ter o direito a uma concessão, as emissoras devem vencer uma licitatação e cumprir regras em relação a seu conteúdo e programação, a fim de garantir a pluralidade e a diversidade da sociedade brasileira. 

Sistema de Classificação Indicativa

A Coordenação de Classificação Indicativa (Cocind) do Departamento de Promoção de Políticas de Justiça (DPJUS) é responsável pela Classificação Indicativa (Classind) de filmes, aplicativos, jogos eletrônicos e programas de televisãono Brasil. O sistema de classificações foi criado em 1990. Ele faz parte da Secretaria Nacional de Justiça (SNJ) do Ministério da Justiça (MJ).

Princípio da Publicidade

Instrumento de transparência e controle social e vedação à promoção pessoal. A Constituição de 1988 prevê expressamente como princípios da Administração Pública a legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. No princípio da publicidade verifica-se duas funções: a primeira visa dar conhecimento do ato administrativo ao público em geral, e a segunda, como meio de transparência da Administração Pública, de modo a permitir o controle social dos atos administrativos "a publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos" (art. 37, §1º).  

Two Step Flow Communication

Two Step Flow Communication, ou Teoria dos Dois Níveis, destaca a importância dos formadores de opinião comunitários como construtores de opinião pública em pequena escala. É determinado justamente pela mediação que os líderes de opinião desenvolvem entre a mídia e os outros indivíduos do grupo. O Líder de Opinião é aquele que por suas quantidades de iniciativa e conformidade social filtra os anseios e necessidades do grupo. Os líderes de opinião servem de agentes principais da mudança de opinião. Segundo as Teorias das Influências Seletivas, Abordagem Empírica de Campo (Efeitos Limitados) de Paul Lazarfeld, os Líderes de Opinião são pessoas capazes de influenciar outras pessoas na hora da tomada de uma decisão. São membros da comunidade que influenciam pessoas em concorrência com os meios de massa. 

Líder de Opinião

Líder de Opinião é aquele que por suas quantidades de iniciativa e conformidade social filtra os anseios e necessidades do grupo. Os líderes de opinião servem de agentes principais da mudança de opinião. Segundo as Teorias das Influências Seletivas, Abordagem Empírica de Campo (Efeitos Limitados) de Paul Lazarfeld, os Líderes de Opinião são pessoas capazes de influenciar outras pessoas na hora da tomada de uma decisão. São membros da comunidade que influenciam pessoas em concorrência com os meios de massa. O Two Step Flow Communication destaca a importância dos formadores de opinião comunitários como construtores de opinião pública em pequena escala. É determinado justamente pela mediação que os líderes de opinião desenvolvem entre a mídia e os outros indivíduos do grupo.

Números no Texto Jornalístico

Segundo o Manual de Redação do Estadão: a) Instruções gerais 1 - De um a dez, escreva os números por extenso; a partir de 11, inclusive, em algarismosdois amigos, seis operadores, 11 jogadores, 18 pessoas. Exceçãocem mil. 2 - Proceda da mesma forma com os ordinais: primeira hora, terceiro aniversário, 15.ª vez, 23.º ano consecutivo.

Tempos Verbais no Jornalismo

Os tempos verbais mais utilizados e recomendados para a redação jornalística são o  pretérito perfeito do Indicativo e o  presente do Indicativo . Como a notícia visa transmitir fatos de um passado recente, de interesse imediato, espera-se que tenha grande parte dos verbos no pretérito perfeito do indicativo

Eficácia de Agenda

Segundo Mauro Wolf, a eficácia de agenda está relacionada a eficácia da transmissão de uma informação. Há uma "maior eficácia da informação escrita em relação à televisiva, para confirmar necessidade de colocar questão de acordo com análise das modalidades específicas que cada mass media possui para provocar efeitos de agenda, McCombs defende uma eficácia temporalmente graduada e diferenciada dos vários mass media. Os jornais são os principais promotores da agenda do público. Definem amplamente âmbito do interesse público, mas os noticiários televisivos não são totalmente desprovidos de influência. 

Interdiscurso x Intradiscurso

O Interdiscurso é a constituição de um discurso em relação a outro já existente. É um conjunto de ideias, organizadas por meio do texto, que se apropria, implícita ou explicitamente, de outras configuradas anteriormente. Para o teórico da literatura Gérard Genette, esse conceito dialoga diretamente com a sua ideia de “arquitextualidade”, já que ambos explicitam a noção de que um discurso é tudo aquilo que põe um texto em relação com outros. A hipertextualidade dá sentido ao conceito de Interdiscurso. Ela explica que todo discurso é construído por cima de outro anterior. 

Palanque eletrônico

Forma alternativa de divulgação de propaganda político-partidária, realizada por meio de telões ou outros recursos audiovisuais assemelhados, de modo a prescindir da presença do candidato no palanque político. A comunicação de massa consagrou a estratégia de realização de discurso político em palanques de praças públicas, onde oradores se dirigiam à platéia presente, para expor e debater suas idéias. No entanto, a partir das últimas décadas do século XX, utilizando-se a televisão e outros modernos meios de comunicação, foi criado o palanque eletrônico, onde se realiza um discurso político que difere do apresentado em praças e ruas

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