D.com - Dicionário de comunicação social

Nosso Dicionário de Comunicação Social On-Line - D.Com tem a finalidade de acumular todas as terminologias úteis e jargões das áreas de jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas e comunicação social, além de neologismos que surgiram com o advento da internet e das novas tecnologias. Por isso, está em constante atualização e aprimoramento.

Era Tecnotrônica

Em seu artigo Entre Duas Idades: O Papel da América na Era Tecnetrônica, de 1970, Brzezinski argumentou que era necessária uma política coordenada entre as nações desenvolvidas para conter a instabilidade global que entra em erupção devido à crescente desigualdade econômica. Brzezinski denominou de tecnotrônica a combinação de diferentes tecnologias que permite o advento de um novo salto a menos de cada cinco anos.

Lentes Macro

As lentes macro são objetivas projetadas para focalizar a distâncias curtas e fixas, em escala natural, algumas provocam algum aumento no tamanho natural. Existem para todas as distâncias e o seu diferencial é que podem atingir aberturas muito grandes, fazendo assim com que pequenos objetos a curtas distâncias possam ser focados. São geralmente utilizadas para fotografar insetos ou detalhes bem pequenos. Podem ser também chamadas de micro.

Banco de Imagens

O banco de imagens possui como principal objetivo reunir e armazenar material fotográfico, classificando-o por categorias, a fim de disponibilizá-lo para eventual uso comercial. Deve possuir um sistema claro e lógico de classificação, consulta e exibição de imagens, podendo utilizar mídias digitais e internet. Lida com imagens produzidas tanto por meios analógicos quanto digitais.

Lei da Reciprocidade

Na fotografia, a Lei da Reciprocidade se refere a uma técnico utilizada na fotometria. 

Nela, dois controles de exposição (obturador e diafragma) e a sensibilidade do meio de captura (ISO) são inter-relacionados, ou seja, uma mesma medição de luz pode ser conseguida com ajustes relacionados envolvendo esses três fatores. 

Níveis de Linguagem

Existem três principais níveis de linguagem: a linguagem culta (ou variante-padrão), a linguagem familiar (ou coloquial) e a linguagem popular.

Texto

O texto é uma manifestação linguística produzida por alguém, em alguma situação concreta (contexto), com alguma intenção. Independentemente de sua extensão, o texto deve dar a sensação de completude, caso contrário não é um texto. Por exemplo, alguém sai correndo de um edifício e grita: “Fogo!”. Nota-se que nesse caso a palavra “fogo” adquire um significado diferente de uma mera referência a um processo de combustão. A interpretação é de que há um incêndio naquele local. Logo, nessa situação específica, a palavra “fogo” é um texto.

Era dos Meios de Comunicação de Massas

 A “penny press”, no século XIX, inaugurou a era dos meios de comunicação de massas – e o jornalismo profissional. Seu modelo bem-sucedido foi expandido para o rádio, em seguida para a TV. Nos meios eletrônicos, a informação passou a ser disseminada gratuitamente. A comunicação de massa era uma via de mão única: havia poucos emissores (os jornais, rádios e TV) – mas inúmeros receptores. O tamanho da audiência determinava o sucesso da comunicação. Quanto mais gente uma mensagem atingia, melhor para quem comunicava e maior era o sucesso comercial.

Jornalismo Analítico

O Jornalismo Analítico, praticado pelo Analista, não se confunde com opinião ou comentário.

Conselho Editorial

"Formalmente, grupo de profissionais recrutados no próprio veículo, de personalidades convidadas ou de leitores especiais (políticos, intelectuais, etc.), cuja finalidade é acompanhar e debater a linha editorial, sugerir procedimentos de política de informação, examinar originais a serem publicados, etc. Informalmente, função desempenhada pelo próprios editorialistas em comum om a direção, cabendo aos editoriais refletir as posições debatidas e aprovadas por maioria." Bahia

Mercado de Bens Simbólicos

A implantação de uma “indústria cultural” passa a caracterizar a cultura como um investimento comercial. Um bem simbólico se configura quando a um objeto artístico ou cultural é atribuído valor mercantil, sendo consagrado pelas leis do mercado ao consumidor, bem como de produtos de bens simbólicos. Os anos 40 e 50 são considerados como o início da sociedade de consumo. Nas décadas de 60 e 70 se definem pela consolidação de um mercado de bens culturais. A televisão se concretiza como veículo de massa. Há grande expansão de bens culturais, atingindo uma ampla massa consumidora. É significativo o crescimento da publicidade, produção editorial de livros, revistas, filmes, de cinema, e discos do mercado fonográfico.

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