D.com - Dicionário de comunicação social

Nosso Dicionário de Comunicação Social On-Line - D.Com tem a finalidade de acumular todas as terminologias úteis e jargões das áreas de jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas e comunicação social, além de neologismos que surgiram com o advento da internet e das novas tecnologias. Por isso, está em constante atualização e aprimoramento.

para a tag "Teorias da Comunicação"

Fetiche Tecnológico

Segundo Zygmunt Bauman, o paradoxo do fetiche tecnológico é que a tecnologia que age em nosso favor realmente nos habilita a permanecer politicamente passivos. Não temos de assumir a responsabilidade política porque a tecnologia faz isso por nós. Desse modo, uma vez mais, tudo que precisamos é universalizar determinada tecnologia e assim teremos uma ordem social democrática ou harmoniosa. (click no título/link para ver a definição completa)

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Fluxo de Informação

O conceito de Fluxo de Informação, no entanto, é também utilizado por outros três campos diferentes de conhecimento: Semiótica - considera a influência dos fluxos na construção do discurso; Teoria da Informação - influenciada por modelos matemáticos e de informática; e Teoria da Comunicação - identifica tais fluxos com a organização geopolítica e geocultural do mundo. (click no título/link para ver a definição completa)

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Folkcomunicação

O termo folkcomunicação foi criado pelo pesquisador brasileiro Luiz Beltrão, nos anos 60, em uma tese de doutorado da Universidade de Brasília (UnB). Folkcomunicação é comunicação popular e o folclore na difusão de meios de comunicação de massa. É o processo de intercâmbio de informações e manifestação de opiniões, ideias e atitudes de massa, através de agentes e meios ligados direta ou indiretamente ao folclore. Ou seja, as tradições culturais brasileiras representam uma importante fonte de comunicação coletiva. 

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Fordismo

O Fordismo é um modo de produção em massa baseado na linha de produção idealizada por Henry Ford. Foi fundamental para a racionalização do processo produtivo e na fabricação de baixo custo e na acumulação de capital.Remete a conceitos de repetição, série, homogeneização e padronização. 

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Gatekeeper

Gatekeeper (guardião do portão) o responsável por definir os atributos de relevância em uma redação jornalística. É aquele  que seleciona, escolhe, decide seja na redação ou na hora de redigir o texto, os fatos que virarão notícia. O gatekeeping é uma das teorias do jornalismo estudada por David Manning White em 1950. Nela foram analisados o comportamento dos profissionais da comunicação, investigando os critérios utilizados para se divulgar ou não uma notícia. 

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Gatewatching

O termo foi criado em 2005 pelo pesquisador australiano Axel Bruns para descrever um novo modelo de seleção noticiosa, onde as audiências têm papel ativo na escolha, consumo e construção das notícias por meio da atividade de curadoria e avaliação das informações fornecidas. Através de comentários, compartilhamentos, verificações, críticas e recomendações, o leitor passa a exercer um papel de curadoria, selecionando, dentre as publicações disponíveis, aquilo que considera mais importante para si, para sua rede de contatos e mesmo para uma situação específica. Essa seleção realizado pela comunidade de usuários, pode resultar em uma nova forma de cobertura noticiosa.

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Gestault

A Gestalt  (teoria da forma, psicologia da gestalt, psicologia da boa forma e leis da gestalt) é uma doutrina que defende que, para se compreender as partes, é preciso, antes, compreender o todo. Refere-se a um processo de dar forma, de configurar "o que é colocado diante dos olhos, exposto ao olhar". Foi criada pelo psicanalista Fritz Perls e trabalha com dois conceitos: super-soma e transponibilidade. Os sete fundamentos básicos da Gestalt são:

  • Segregação: desigualdade de estímulo; gera hierarquia: importância e ordem de leitura.
  • Semelhança: elementos da mesma cor e forma tendem a ser agrupados e constituir unidades. E estímulos mais próximos e semelhantes, possuem a tendência de serem mais agrupados.
  • Unidade: um elemento se encerra nele mesmo; vários elementos podem ser percebidos como um todo.
  • Proximidade: elementos próximos tendem a ser agrupados visualmente: unidade de dentro do todo.
  • Pregnância: é a lei básica da percepção da gestalt.
  • Simplicidade: tendência à harmonia e ao equilíbrio visual.
  • Fechamento: formas interrompidas; preenchimento visual de lacunas.
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Glocalização

Glocalização é um neologismo resultante da fusão dos termos global e local. Refere-se à presença da dimensão local na produção de uma cultura global. O "local" foi definido por Manuel Castells como os "nós" - nós de valor acrescentado aos fluxos econômicos e lugares de vida social. Segundo Paul Soriano, no "glocal, " o "local" representaria os "nós" da rede global e integra as resistências mas também as contribuições das formações identitárias locais e regionais à globalização. (click no título/link para ver a definição completa)

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Hermenêutica

Ensina que a recepção das formas simbólicas - incluindo os produtos da mídia - implica em um processo de contextualização e criativo de interpretação, na qual os indivíduos buscam dar sentido às mensagens que recebem. Ao enfatizar o caráter criativo, construtivo e socialmente vinculado da interpretação, a hermenêutica converge com alguns estudos etnográficos sobre a recepção dos produtos da mídia.

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Improbabilidade da Comunicação

 A improbabilidade é uma condição inerente à própria natureza e por isso não basta tentar reduzir um tipo de improbabilidade para se resolver o problema. O problema da comunicação é decomposto por Niklas Luhmann em três improbabilidade: Compreensão entre os interlocutores; recepção da mensagem pelos receptores; o receptor adote o conteúdo seletivo da comunicação.

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