D.com - Dicionário de comunicação social

Nosso Dicionário de Comunicação Social On-Line - D.Com tem a finalidade de acumular todas as terminologias úteis e jargões das áreas de jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas e comunicação social, além de neologismos que surgiram com o advento da internet e das novas tecnologias. Por isso, está em constante atualização e aprimoramento.

Atitude Blasé

Blasé é um adjetivo do idioma francês, que classifica a atitude de uma pessoa cética, apática ou indiferente. O termo "atitude blasé" foi conceituado pelo sociólogo alemão George Simmel e apresentada pela primeira no livro "The Metropolis and Mental Life". A essência do comportamento blasé é a indiferença demonstrada no caso da distinção entre as coisas. Simmel descreve o indivíduo blasé como sendo "incapaz de reagir a novos estímulos com as energias adequadas".

Silogismo

Um silogismo é um termo filosófico com o qual Aristóteles designou a argumentação lógica perfeita, constituída de três proposições declarativas que se conectam de tal modo que a partir das duas primeiras, chamadas premissas, é possível deduzir uma conclusão. Um exemplo clássico de silogismo é:

Todo homem é mortal.
Sócrates é homem.
Logo, Sócrates é mortal.

Sinédoque

A sinédoque é uma figura de linguagem caracterizada pela substituição de um termo por outro, ocorrendo uma redução ou ampliação do sentido desse termo. Muito semelhante à metonímia. Normalmente estabelece uma relação entre a parte e o todo. Na verdade trata-se da inclusão ou contiguidade semântica existente entre dois nomes e que permite a substituição de um pelo outro.

Boom

Dispositivo usado para ampliar o alcance de microfones. Tipo de girafa que efetua movimentos laterais, verticais etc, através de sistema de compressão de ar.

Bip

Sinal gravado não audível na pista de controle do cartucho que indica o início de uma gravação.

Manual de Redação e Estilo

Para Juarez Bahia, "de redação e estilo, também chamado manual de normal ou livro de normas, é o conjunto de informações, esclarecimentos e recomendações do veículo para os seus redatores, repórteres, articulistas, diagramadores, colaboradores, etc. Roteiro de usos e padrões que um jornal, uma revista, rádio ou TV, uma editora ou gráfica estabelece para dar unidade à linguagem, buscar um estilo próprio, sistematizar termos e pronúncias e facilitar soluções artísticas e técnicas sem prejuízo da criatividade gráfica e editorial. Para ter utilidade, o manual de redação e estilo deve ser reescrito e atualizado na medida da necessidade de compatibilizar uma informação completa, bem apurada, objetiva, direta, simples, honesta, atraente, isenta, correta, bem escrita, com o dinamismo da língua, as alterações semânticas, a evolução das tecnologias dos mass media, e com a própria dinâmica do veículo - o aperfeiçoamento dos profissionais que nele trabalham, desde aqueles que chegam à redação sem experiência anterior - ou que procedem de publicações em que as normas são diferentes - até aqueles de prática já comprovada e que adquiriram vícios de leitura ou que reclamam reciclagem."

Zonas de Visualização

As zonas de visualização do layout são: Primária (principal), Secundária, áreas mortas, centro óptico, centro geométrico. A zona primária deve conter grande título, texto, foto. E a zona morta, conteúdo mais atrativo. 1. Primária; 2. Secundária; 3. Morta; 4. Morta; 5. Centro ótico; 6.Centro Geométrico

Brainstorm

"Método de reunião coletiva de criação, usual em agências de publicidade e nos veículos (jornal, revista, TV, rádio etc). Criado por A.F Osborn, tem o significado de "chuva de ideias". Modelo de debate livre e franco sobre uma campanha, uma pauta etc., em que predomina a imaginação (em torno do tema), e não a crítica (do projeto)." Bahia

Jornalismo de ‘Gabinete’

Alberto Dines, em “O papel do jornal”, descreve o jornalismo de ‘gabinete’ com sendo acomodado e preso a releases e notas oficiais. Para evitar isso, ele sugere: jornalismo investigativo, depoimento pessoal e jornalismo interpretativo.” O jornalismo de gabinete e o jornalismo do gravador estão substituindo o jornalismo de campo e da ação.

Imprensa Alternativa

Ou underground, nanica, clandestina. Publicação periódica, caracteriza-se por contestar a cultura oficial, os métodos e práticas empresariais do jornalismo estabelecido, os padrões vigentes (da linguagem à publicidade). Adquire expressão de movimento jovem nos anos 60 e 70, tornando-se mais influente nos Estados Unidos e na Europa. Abrange jornais a lápis, jornais e revistas mimeografados, histórias em quadrinhos, posters, jornais de escolas e bairros, boletins políticos radicais, folhas sobre sexo e assuntos pop, tendo por característica comum a rejeição da sociedade.

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