D.com - Dicionário de comunicação social

Nosso Dicionário de Comunicação Social On-Line - D.Com tem a finalidade de acumular todas as terminologias úteis e jargões das áreas de jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas e comunicação social, além de neologismos que surgiram com o advento da internet e das novas tecnologias. Por isso, está em constante atualização e aprimoramento.

Teoria da Recepção

Teoria da Recepção é uma teoria de análise do fato artístico ou cultural que enfoca sua análise no receptor. Entre os estudiosos que enfatizam o papel do receptor no processo comunicativo destacam-se Jesus Martin-Barbero e Stuart Hall. Para Hall, "um texto" não é aceitado passivamente pela platéia ou pelos leitores, mas que estes interpretam e fundamentam outros significados a partir da experiência individual e cultural. Assim o texto literário ou artístico é criado não pelo artista, mas na relação estabelecida entre o objeto e o receptor ou leitor.

Quarto Poder

A liberdade de imprensa é um dos pilares da democracia, e a imprensa exerce o papel de fiscal dos agentes do Estado. Por isso ela é considerada o quarto poder.

Ensaio

O ensaio é um gênero opinativo que se utiliza do conhecimento adquirido com a experiência, a observação e o entendimento da polifonia e da polissemia dos temas que nos cercam. Busca o equilíbrio entre a razão e a emoção e se propõe a tecer sentidos nos mais diversos campos do saber. 

Estudos Culturais

Estudos Culturais (cultural studies) – Escola inglesa do fim dos anos 1950. Os estudos se basearam na abordagem estética e ética ligadas às práticas das culturas populares. Nela, os meios de comunicação sustentam e reproduzem a estabilidade cultural. Os meios de comunicação se relacionam com o sistema social, continuidade e transformação da cultura e o controle social. As pessoas são “produtores e “consumidores” de cultura ao mesmo tempo. É a única teoria que concebe o receptor ou destinatário da mensagem como agente crítico da cultura de massa. 

Outorga e Concessão de Rádio e TV

Segundo a Constituição Federal de 1988, compete ao Poder Executivo outorgar e renovar concessão, permissão e autorização para o serviço de radiodifusão sonora e de sons e imagens, observando o princípio da complementariedade dos sistemas privado, público e estatal. Cabe à União, por meio do Ministério das Comunicações, conceder a empresas privadas, por meio de concessões, o direito de possuir um canal de rádio ou televisão no Brasil. Essas regras existem porque há um limite físico para a existência de emissoras de rádio e televisão, determinado pelo espectro das faixas de frequência. Para ter o direito a uma concessão, as emissoras devem vencer uma licitatação e cumprir regras em relação a seu conteúdo e programação, a fim de garantir a pluralidade e a diversidade da sociedade brasileira. 

Sistema de Classificação Indicativa

A Coordenação de Classificação Indicativa (Cocind) do Departamento de Promoção de Políticas de Justiça (DPJUS) é responsável pela Classificação Indicativa (Classind) de filmes, aplicativos, jogos eletrônicos e programas de televisãono Brasil. O sistema de classificações foi criado em 1990. Ele faz parte da Secretaria Nacional de Justiça (SNJ) do Ministério da Justiça (MJ).

Princípio da Publicidade

Instrumento de transparência e controle social e vedação à promoção pessoal. A Constituição de 1988 prevê expressamente como princípios da Administração Pública a legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. No princípio da publicidade verifica-se duas funções: a primeira visa dar conhecimento do ato administrativo ao público em geral, e a segunda, como meio de transparência da Administração Pública, de modo a permitir o controle social dos atos administrativos "a publicidade dos atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo, informativo ou de orientação social, dela não podendo constar nomes, símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos" (art. 37, §1º).  

Two Step Flow Communication

Two Step Flow Communication, ou Teoria dos Dois Níveis, destaca a importância dos formadores de opinião comunitários como construtores de opinião pública em pequena escala. É determinado justamente pela mediação que os líderes de opinião desenvolvem entre a mídia e os outros indivíduos do grupo. O Líder de Opinião é aquele que por suas quantidades de iniciativa e conformidade social filtra os anseios e necessidades do grupo. Os líderes de opinião servem de agentes principais da mudança de opinião. Segundo as Teorias das Influências Seletivas, Abordagem Empírica de Campo (Efeitos Limitados) de Paul Lazarfeld, os Líderes de Opinião são pessoas capazes de influenciar outras pessoas na hora da tomada de uma decisão. São membros da comunidade que influenciam pessoas em concorrência com os meios de massa. 

Líder de Opinião

Líder de Opinião é aquele que por suas quantidades de iniciativa e conformidade social filtra os anseios e necessidades do grupo. Os líderes de opinião servem de agentes principais da mudança de opinião. Segundo as Teorias das Influências Seletivas, Abordagem Empírica de Campo (Efeitos Limitados) de Paul Lazarfeld, os Líderes de Opinião são pessoas capazes de influenciar outras pessoas na hora da tomada de uma decisão. São membros da comunidade que influenciam pessoas em concorrência com os meios de massa. O Two Step Flow Communication destaca a importância dos formadores de opinião comunitários como construtores de opinião pública em pequena escala. É determinado justamente pela mediação que os líderes de opinião desenvolvem entre a mídia e os outros indivíduos do grupo.

Números no Texto Jornalístico

Segundo o Manual de Redação do Estadão: a) Instruções gerais 1 - De um a dez, escreva os números por extenso; a partir de 11, inclusive, em algarismosdois amigos, seis operadores, 11 jogadores, 18 pessoas. Exceçãocem mil. 2 - Proceda da mesma forma com os ordinais: primeira hora, terceiro aniversário, 15.ª vez, 23.º ano consecutivo.

Todos os direitos reservados (C) 2015 Comuniqueiro