D.com - Dicionário de comunicação social

Nosso Dicionário de Comunicação Social On-Line - D.Com tem a finalidade de acumular todas as terminologias úteis e jargões das áreas de jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas e comunicação social, além de neologismos que surgiram com o advento da internet e das novas tecnologias. Por isso, está em constante atualização e aprimoramento.

para a tag "Produção Gráfica"

Diagrama

Folha retirada do caderninho para guiar o início do trabalho de diagramação.

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Caixa alta e baixa

Embora seja uma expressão usadas nas redações dos anos 60, ainda hoje é empregada para designar as letras maiúsculas e minúsculas. “C” é uma letra em caixa alta e “c” é uma letra em caixa baixa.

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Boneco

(1) Fotografia de um entrevistado em plano americano. Usa-se muito a expressão “fazer um boneco” ou “bonecar”. Cenário a ser fotografado, montado pelo repórter fotográfico, de acordo com o interesse dos veículos. (2) Montagem de folhas representando as páginas do projeto de revista. Usado para distribuir as matérias e elementos gráficos.

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Abrir foto

Ampliar o tamanho da foto na página. Este artifício é usado para valorizar uma foto de qualidade ou cobrir espaço quando o texto é pequeno.

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Fio

Linha que separa as colunas. Pode ser usado também para destacar frases no meio de um texto ou ainda para circundar os boxes.

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Serifa

Em tipografia, as serifas são os pequenos traços e prolongamentos que ocorrem no fim das hastes das letras. É o traço ou barra que remata cada haste de certas letras, de um ou de ambos os lados (cerifa, filete, rabisco, remate). As letras que utilizam serifas são conhecidas como caracteres com remate – serifadas ou egípcias. A classificação dos tipos em serifados e não-serifados é considerado o principal sistema de diferenciação de letras. Tradicionalmente os textos serifados são utilizados em blocos longos, enquanto textos sem-serifa caem em textos mais curtos. No alfabeto romano, as serifas originaram-se do talhar das letras em pedra na antiga Itália.São consideradas uma herança da caligrafia manual na imprensa iniciada por Gutenberg. E servem também para "ligar" umas palavras às outras, tonando a sua leitura mais simples. 

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Diagramação Mosaico

A partir da década de 1950 toda a imprensa opera mudanças gráficas. A influência da TV sob os diários que passam a apresentar o conteúdo com “a divisão dos jornais em seções, cadernos, encartes, suplementos dirigidos a públicos específicos, o aumento dos recursos editoriais/visuais e a capa construída como uma espécie de mosaico” (AZEVEDO, 2009, p. 15). A Diagramação Mosaico objetiva a aplicação de mais de uma foto por página. Possibilita o agrupamento de imagens que tenham relação entre si com a utilização de técnicas de design e fotografia para harmonização delas.

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Diagramação Mudular

O Grid Modular é o grid de coluna com guias horizontais que criam módulos, organizando e situando o leitor. Esse tipo de grid é muito usado para informações tabulares, gráficos, formulários e diagramas. É caracterizado pela simplicidade, unificação de diversos tipos de conteúdo, como textos e fotos no mesmos módulos, e combinação de 1, 2 e 3 larguras modulares.

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Editoração

Conjunto de atividades funcionais de um editor (seleção de originais, compra de direitos autorais, contratação de tradutores, supervisão da preparação de originais, escolha da tipologia, assentamento da diagramação, escolha da capa etc.). 2. Preparação de originais (textos para posterior produção gráfica). (Neiva). Sistema de funções inerentes ao editor, compreende setores específicos de produtividade, dentre os quais direção, seleção de originais, preparação dos originais, composição, revisão, impressão ou reprodução, propaganda, distribuição e comercialização, etc. Essas funções se estendem e se desdobram à medida que a editoração incorpora à produção do livro ou à edição da qual resulta um produto para ler, ver e ouvir, novos formatos gráfico-editoriais, novos suportes e novos conceitos de difusão cultural, nem sempre dependentes exclusivamente do editor. (Bahia).

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Preparação de Original

Também conhecido como Preparação de Texto. É a organização e adequação dos originais para publicação. Envolve marcação, normatização e revisão de texto. (Barbosa e Rabaça). É o ato ou processo de pôr um texto original, manuscrito, datilografado ou impresso, tecnicamente em condições de ser publicado, corrigindo-o gramaticalmente, por vezes fazendo observações quanto ao seu conteúdo, adequando-o às normas editoriais etc. (Neiva).

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