D.com - Dicionário de comunicação social

Nosso Dicionário de Comunicação Social On-Line - D.Com tem a finalidade de acumular todas as terminologias úteis e jargões das áreas de jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas e comunicação social, além de neologismos que surgiram com o advento da internet e das novas tecnologias. Por isso, está em constante atualização e aprimoramento.

Banco de Imagens

O banco de imagens possui como principal objetivo reunir e armazenar material fotográfico, classificando-o por categorias, a fim de disponibilizá-lo para eventual uso comercial. Deve possuir um sistema claro e lógico de classificação, consulta e exibição de imagens, podendo utilizar mídias digitais e internet. Lida com imagens produzidas tanto por meios analógicos quanto digitais.

Lei da Reciprocidade

Na fotografia, a Lei da Reciprocidade se refere a uma técnico utilizada na fotometria. 

Nela, dois controles de exposição (obturador e diafragma) e a sensibilidade do meio de captura (ISO) são inter-relacionados, ou seja, uma mesma medição de luz pode ser conseguida com ajustes relacionados envolvendo esses três fatores. 

Níveis de Linguagem

Existem três principais níveis de linguagem: a linguagem culta (ou variante-padrão), a linguagem familiar (ou coloquial) e a linguagem popular.

Texto

O texto é uma manifestação linguística produzida por alguém, em alguma situação concreta (contexto), com alguma intenção. Independentemente de sua extensão, o texto deve dar a sensação de completude, caso contrário não é um texto. Por exemplo, alguém sai correndo de um edifício e grita: “Fogo!”. Nota-se que nesse caso a palavra “fogo” adquire um significado diferente de uma mera referência a um processo de combustão. A interpretação é de que há um incêndio naquele local. Logo, nessa situação específica, a palavra “fogo” é um texto.

Era dos Meios de Comunicação de Massas

 A “penny press”, no século XIX, inaugurou a era dos meios de comunicação de massas – e o jornalismo profissional. Seu modelo bem-sucedido foi expandido para o rádio, em seguida para a TV. Nos meios eletrônicos, a informação passou a ser disseminada gratuitamente. A comunicação de massa era uma via de mão única: havia poucos emissores (os jornais, rádios e TV) – mas inúmeros receptores. O tamanho da audiência determinava o sucesso da comunicação. Quanto mais gente uma mensagem atingia, melhor para quem comunicava e maior era o sucesso comercial.

Jornalismo Analítico

O Jornalismo Analítico, praticado pelo Analista, não se confunde com opinião ou comentário.

Conselho Editorial

"Formalmente, grupo de profissionais recrutados no próprio veículo, de personalidades convidadas ou de leitores especiais (políticos, intelectuais, etc.), cuja finalidade é acompanhar e debater a linha editorial, sugerir procedimentos de política de informação, examinar originais a serem publicados, etc. Informalmente, função desempenhada pelo próprios editorialistas em comum om a direção, cabendo aos editoriais refletir as posições debatidas e aprovadas por maioria." Bahia

Mercado de Bens Simbólicos

A implantação de uma “indústria cultural” passa a caracterizar a cultura como um investimento comercial. Um bem simbólico se configura quando a um objeto artístico ou cultural é atribuído valor mercantil, sendo consagrado pelas leis do mercado ao consumidor, bem como de produtos de bens simbólicos. Os anos 40 e 50 são considerados como o início da sociedade de consumo. Nas décadas de 60 e 70 se definem pela consolidação de um mercado de bens culturais. A televisão se concretiza como veículo de massa. Há grande expansão de bens culturais, atingindo uma ampla massa consumidora. É significativo o crescimento da publicidade, produção editorial de livros, revistas, filmes, de cinema, e discos do mercado fonográfico.

Desregulamentação das Telecomunicações

O padrão de desenvolvimento das telecomunicações no Brasil para a formação do Sistema Telebrás acompanhou o modelo prevalecente na Europa, cuja característica principal foi a existência de uma empresa estatal, construindo as redes de comunicação e provendo os serviços telefônicos, além de fomentar o desenvolvimento da pesquisa e da tecnologia [...]. As estruturas de telecomunicações no mundo basearam-se, até a década de 70, na tecnologia analógica e se configuravam como monopólios naturais, públicos ou privados. A partir do final da década de 60, iniciava-se o período de mudanças que culminou com a total reestruturação das telecomunicações no mundo. Esse processo estabeleceu a digitalização das redes, elemento técnico fundamental para o desenvolvimento das (Tecnologias da Informação e da Comunicação), e a quebra dos monopólios. 

Grupo de Pressão

O Grupo de Pressão é uma organização temporária, o subgrupo do grupo de interesses em dados momentos, que visa a obter, por intermédio da pressão seus objetivos. Esses grupos existem para influenciar o poder, tentar modificá-lo e adaptá-lo segundo as necessidades e vontades do interessado. O grupo de pressão é constituído por líderes de pensamento de uma comunidade, por uma determinada organização ou qualquer combinação de organizações que procura exercer influência sobre outro grupo, no sentido de forçar uma mudança de atitude.

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