D.com - Dicionário de comunicação social

Nosso Dicionário de Comunicação Social On-Line - D.Com tem a finalidade de acumular todas as terminologias úteis e jargões das áreas de jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas e comunicação social, além de neologismos que surgiram com o advento da internet e das novas tecnologias. Por isso, está em constante atualização e aprimoramento.

para a tag "Teorias da Comunicação"

Teoria das Mediações

Teoria das Mediações e Estudos Culturais - Enxerga o processo de comunicação a partir dos dispositivos socioculturais que influenciam o modo dos sujeitos envolvidos interpretarem o mundo.O ato de ver televisão, ouvir o rádio ou ler o jornal, que envolve a negociação dos sentidos. RECEPTOR PASSIVO-ATIVO - o receptor não é um simples decodificador daquilo que o emissor depositou na mensagem, mas também um produtor. As representações, os textos, os discursos estariam diretamente relacionados a certos mapas de significados que permitiriam aos agentes sociais interpretar, conhecer, reconhecer, contestar e agir no mundo social.
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Teoria de Luhmann

Considera que tudo se explica pelo significado de sistema e ambiente, com exceção do mundo, que é fonte de toda a complexidade. Luhmann entende que os sistemas sociais são constituídos por significados, processados via comunicação e os sistemas psíquicos são constituídos de significados processados pela consciência. (click no título/link para ver a definição completa)

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Teoria do Agendamento

Os consumidores de notícias tendem a considerar mais importantes os assuntos que são veiculados na imprensa, sugerindo que os meios de comunicação agendam nossas conversas. A mídia nos diz sobre o que falar e pauta nossos relacionamentos. É uma reação a teoria dos efeitos limitados. Como as pessoas apreendem as informações e formam se conhecimento sobre o mundo.
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Teoria do Espelho

Teoria que surgiu com as mudanças da imprensa americana na segunda metade do século XIX, e foi a primeira teoria que tentou entender porque as notícias são como elas são. Nesse caso, o jornalismo refletiria a própria realidade. A imprensa funcionaria como um espelho do mundo real, apresentando apenas um reflexo dos acontecimentos. Ou seja, as notícias são da forma que são porque a realidade assim as determina. Para ela, o jornalista é um mediador desinteressado que observa a realidade e emite um relato equilibrado e honesto, evitando opiniões pessoais. 

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Teoria do Rádio

Considerado um dos primeiros teóricos a estudar a importância do rádio, o dramaturgo alemão Bertold Brecht escreveu, entre 1927 e 1932, uma série de textos que veio a ser conhecida como "Teoria do Rádio". Nela, ele especula sobre as possibilidades políticas da tecnologia radiofônica, ainda em expansão.

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Teoria dos Definidores Primários

A Teoria dos Definidores Primários é uma concepção instrumentalista sobre a atividade jornalística e reconhece que ela também está sob influência das rotinas produtivas. Sua perspectiva de análise está no poder que fontes privilegiadas têm na construção das notícias. As possíveis distorções do noticiário não seriam fruto da vontade deliberada dos profissionais da imprensa com os dirigentes da classe hegemônica, mas, na verdade, uma subordinação às opiniões das fontes que têm posições institucionalizadas, ou seja, os definidores primários

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Teoria dos Fractais Biográficos

A Teoria dos Fractais Biográficos ou Biografia sem-fim, desenvolvida por Felipe Pena, questiona o modelo do jornalismo mecânico, baseado em um formato que conduz tudo com início, meio e fim. Um jornalismo que apenas busca adequar a informação ao que o leitor já se acostumou a ver e ler e usa um modelo tradicional de jornalismo.

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Teoria dos Seis Graus de Separação

A Teoria dos Seis Graus de Separação (teoria do "mundo pequeno") afirma que, no mundo, são necessários no máximo seis laços de amizade para que duas pessoas quaisquer estejam ligadas. No estudo, feito nos Estados Unidos, buscou-se, através do envio de cartas, identificar o números de laços de conhecimento pessoal existente entre duas pessoas quaisquer. Cada pessoa recebia uma carta identificando a pessoa alvo e deveria enviar uma nova carta para a pessoa identificada, caso a conhecesse, ou para uma pessoa qualquer de suas relações que tivesse maior chance de conhecer a pessoa alvo. A pessoa alvo, ao receber a carta, deveria enviar uma carta para os responsáveis pelo estudo. A popularidade da crença no fato de que o número máximo de passos entre duas pessoas é 6 (seis) gerou, em 1990, uma peça de nome Six Degrees of Separation, de John Guare.

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Teoria Empírica de Campo

A Teoria Empírica de Campo faz parte da Teoria das Influências Seletivas, que surgiu após a Teoria Hipodérmica se tornar obsoleta. Concluiu-se que o receptor (público) não era passivo a mensagem (Estímulo) e que haviam outros elementos que influenciavam a interpretação das mensagens: os Processos psicológicos e Mediadores sociais.

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Teoria Empírico-Experimental

A Teoria Empírico-Experimental, ou da Persuasão, estudava a intervenção de fatores individuais e subjetivos (psicológicos), com fins persuasivos. Ela é uma evolução da Teoria Hipodérmica (Estímulo → Resposta), adicionado o fator psicológico (Estímulo→Fatores Psicológicos→Resposta). Sendo assim, a mensagem enviada pela mídia depende de várias perspectivas individuais, não sendo assimilada imediatamente pelo indivíduo. 

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