Siglas

Letra inicial ou conjunto de letras iniciais de um nome próprio empregado como monograma. Juarez Bahia define como uma redução ou abreviatura composta pelas iniciais, em geral, de intitulativos oficiais ou oficiosos, de emprego frequente, quase sempre extensos. (...) Tem pelo menos duas funções: criar uma identidade ou sinal amplamente verificável e fiel ao nome; e funcionar como palavra sucessora de palavras, títulos ou extensões. Podem ser acrossemias e acrografias:

  • Acrossemia - redução de uma palavra ou de um conjunto de palavras às letras ou sílabas iniciais.
  • Acrografia - redução de uma expressão de duas ou mais palavras ao conjunto de suas sílabas iniciais. Grafa-se em caixa alta somente a primeira letra. 

Segundo o Manual de Comunicação da Secom do Senado Federal, a grafia de siglas deve seguir as seguintes regras:

"- Escreva com todas as letras maiúsculas -

  • siglas com até três letras: PF, BC, ONU, OAB, ILB, DRU, CPI, USP
  • siglas cujas letras são soletradas: BNDES, INSS, CPMF, CPMI, DNER

- Use apenas a inicial maiúscula - 

  • quando a sigla tiver mais de três letras e for pronunciada como palavra: Secom, Seep, Sepop, Comap, Detran, Denatran, Petrobras, Embrapa, Unesco.

- Uso misto - 

  • siglas com formação mista, isto é, quando parte da sigla for soletrada e parte for pronunciada como palavra: as letras soletradas ficam em caixa alta e a parte que é pronunciável fica em caixa baixa: Dger, Hran, Cnen, Cfem.

Algumas siglas fogem às regras. Respeite a forma consagrada em casos como UnB, ProJovem, LexML, ICMBio, CNPq, ProInfo, MoMA, DPVAT.

Não use pontos entre as letras da sigla: EUA, e não E.U.A.

Para o formar o plural, acrescente um s minúsculo: CPIs. Não use apóstrofo: CPI’s."