D.com - Dicionário de comunicação social

Nosso Dicionário de Comunicação Social On-Line - D.Com tem a finalidade de acumular todas as terminologias úteis e jargões das áreas de jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas e comunicação social, além de neologismos que surgiram com o advento da internet e das novas tecnologias. Por isso, está em constante atualização e aprimoramento.

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Função Conativa

Focada no receptor da mensagem. É caracterizada por uma linguagem persuasiva que tem o intuito de convencer o leitorCostuma se apresentar na segunda ou na terceira pessoa com a presença de verbos no imperativo e o uso do vocativo. É muito utilizada nas propagandas, publicidades e discursos políticos, a fim de influenciar o receptor por meio da mensagem transmitida. 

Texto Narrativo

Texto narrativo é um texto que esboça as ações de personagens num determinado tempo e espaço. Costuma ser escrito em prosa e nele são narrados fatos e acontecimentos. Alguns textos narrativos são: romance, novela, conto, crônica e fábula.

Sub-Título

É a informação que vem logo abaixo do título, em geral no espaço de uma frase, no máximo em duas linhas.  A função é semelhante à do sobretítulo, ou seja, contextualizar o título, desobrigando-o de abarcar toda a informação. Também é conhecido como sutiã, linha fina.
Publicidade e Propaganda A função do Subtítulo é completar o sentido do Título ou deixá-lo mais elucidativo.

Intertextualidade

Criação de um texto a partir de outro pré-existente. Pode apresentar funções diferentes, que dependem muito dos textos/contextos em que ela é inserida, ou seja, dependendo da situação. Intertextualidade acontece quando há uma referência explícita ou implícita de um texto em outro. Também pode ocorrer com outras formas além do texto, música, pintura, filme, novela etc. Toda vez que uma obra fizer alusão à outra ocorre a intertextualidade. São exemplos de obras intertextuais: alusão, conotação, versão, plágio, tradução, pastiche e paródia. 

Coerência Textual

Coerência textual possibilita o entendimento da mensagem transmitida no texto. Ela possibilita a concatenação das ideias do texto. O texto coerente transmite uma relação lógica de ideias que se complementam, não se contradizem e conferem significado à mensagem, possibilitando ao interlocutor apreender os sentidos do texto. Por isso, a falta de coerência afeta a significação do texto, prejudica a relação com o interlocutor, a continuidade dos sentidos e compreensão. Somada à coesão, a coerência tem como função a construção dos sentidos da textualidade.

Jornalismo Hedonístico

O jornalismo emotivo ou hedonístico, suprido pela criatividade do gênero diversional, só adquire legitimidade no final do Século XX. Surge, no pós-guerra fria, como uma contingência jornalística, lutando para sobreviver num ambiente midiático dominado pelo entretenimento. A ascensão do show business contamina a produção informativa, induzindo ao resgate de certas formas de expressão que mimetizam os gêneros ficcionais, embora os relatos permaneçam ancorados na realidade.

Funções da Linguagem

As funções da linguagem são formas de utilização da linguagem segundo a intenção do falante, ou seja  elas determinam o objetivo dos atos comunicativos. Cada função desempenha um papel relacionado com os elementos presentes na comunicação: emissor, receptor, mensagem, código, canal e contexto. Apesar de sempre haver uma função que predomine, vários tipos de linguagem podem estar presentes num mesmo texto. As funções da linguagem podem ser: função referencial (denotativa), função emotiva, função poética, função fática, função conativa e função metalinguística. 

Carta do Leitor

Tipo de carta (gênero epistolar) veiculada geralmente em jornais e revistas, na qual os leitores apresentam suas opiniões. É uma pequena seção do veículo de comunicação, a qual pode ser publicada na íntegra, ou somente trechos relevantes.É um espaço reservado onde as opiniões, sugestões, críticas, perguntas, elogios e reclamações dos leitores são publicadas e podem ser visualizadas por qualquer indivíduo. 

Jornalismo Grassroots

Refere-se à participação na produção e publicação de conteúdo na web das camadas periféricas da população, aquelas que geralmente não participam das decisões da sociedade. Quando elas passam a divulgar as próprias notícias, causam um efeito poderoso no mundo da comunicação. Quem usa esse termo defende a ideia de que o jornalismo cidadão está diretamente relacionado à inclusão dessas camadas no universo criado pelas novas tecnologias de comunicação. 

Jornalismo Colaborativo

É usado quando mais de uma pessoa contribuiu para o resultado final do que é publicado. Pode ser um texto escrito por duas ou mais pessoas ou ainda uma página que traga vídeos, sons e imagens de vários autores.