D.com - Dicionário de comunicação social

Nosso Dicionário de Comunicação Social On-Line - D.Com tem a finalidade de acumular todas as terminologias úteis e jargões das áreas de jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas e comunicação social, além de neologismos que surgiram com o advento da internet e das novas tecnologias. Por isso, está em constante atualização e aprimoramento.

Widgets Sociais

São aplicações criadas para uso dentro das redes sociais. O Facebook foi uma das primeiras redes sociais a usar a estratégia de permitir que terceiros desenvolvessem aplicações para sua rede social. Atualmente quase todas as redes e mídias sociais têm as chamadas APIs, que são bibliotecas de software que permitem o desenvolvimento de widgets que rodam dentro das redes sociais, nos perfis ou nas comunidades. 

Widgets Virais

Têm o objetivo de viralizar uma mensagem publicitária para que se espalhe pela internet. É desenvolvido seguindo os mesmos preceitos do marketing viral discutidos anteriormente, pois seu objetivo é ser difundido por meio das mesmas técnicas virais. Nesse caso, o widget deve ser de fácil uso e instalação e você deve permitir que seja indicado e divulgado de forma fácil. Os benefícios do widget devem ser claros e de fácil utilização, bem como deve ser inovador e atraente para que possa chamar a atenção dos consumidores

Buyer Persona

Persona ou buyer persona, conceito que se popularizou com o Inbound Marketing, é um perfil semi ficcional que representa o cliente ideal de uma empresa, criados para ajudar seu negócio a compreender melhor quem é o cliente e do que ele precisa. Buyer persona bem definidas tornam a estratégias de marketing mais efetivas e precisas. Uma boa persona, descreve com detalhes o seu comprador ideal, aquela pessoa perfeita para comprar o seu produto ou serviço.

Jornalismo de Dados

O Jornalismo de Dados (Data-Journalism), ou Jornalismo Guiado por Dados (Data-Driven Journalism) é o processo de obtenção, construção, filtragem, análise e apresentação de bases de dados, com o objetivo de gerar notícias. É prática derivada do Jornalismo de Precisão, proposto por Philip Meyer na década de 1970, e da Reportagem Assistida por Computador (RAC) ou Computer-Assisted Reporting (CAR). Por meio da coleta de dados, usando técnicas das ciências sociais, e da análise de bases de dados, busca introduzir elementos do método científico na rotina produtiva das notícias, o que, resultaria em maior objetividade e exatidão no noticiário.

Agenda Building

(Construção da agenda) Põe ênfase nos fluxos comunicativos, cognitivos, simbólicos e nos processos de construção múltipla e colaborativa de opinião, resultado de uma lógica negocial. Conceitualizada como uma teoria da ciência política, a  agenda building descreve o processo contínuo pelo qual vários grupos tentam transferir seus interesses para os interesses dos formuladores de políticas públicas. Ela se concentra na relação entre a sociedade e o formulador de políticas.

Funções da Linguagem

As funções da linguagem são formas de utilização da linguagem segundo a intenção do falante, ou seja  elas determinam o objetivo dos atos comunicativos. Cada função desempenha um papel relacionado com os elementos presentes na comunicação: emissor, receptor, mensagem, código, canal e contexto. Apesar de sempre haver uma função que predomine, vários tipos de linguagem podem estar presentes num mesmo texto. As funções da linguagem podem ser: função referencial (denotativa), função emotiva, função poética, função fática, função conativa e função metalinguística. 

Carta do Leitor

Tipo de carta (gênero epistolar) veiculada geralmente em jornais e revistas, na qual os leitores apresentam suas opiniões. É uma pequena seção do veículo de comunicação, a qual pode ser publicada na íntegra, ou somente trechos relevantes.É um espaço reservado onde as opiniões, sugestões, críticas, perguntas, elogios e reclamações dos leitores são publicadas e podem ser visualizadas por qualquer indivíduo. 

Jornalismo Grassroots

Refere-se à participação na produção e publicação de conteúdo na web das camadas periféricas da população, aquelas que geralmente não participam das decisões da sociedade. Quando elas passam a divulgar as próprias notícias, causam um efeito poderoso no mundo da comunicação. Quem usa esse termo defende a ideia de que o jornalismo cidadão está diretamente relacionado à inclusão dessas camadas no universo criado pelas novas tecnologias de comunicação. 

Jornalismo Colaborativo

É usado quando mais de uma pessoa contribuiu para o resultado final do que é publicado. Pode ser um texto escrito por duas ou mais pessoas ou ainda uma página que traga vídeos, sons e imagens de vários autores. 

Jornalismo Código Aberto

Surgiu para definir um estilo de jornalismo feito em sites wiki, que permitem a qualquer internauta alterar o conteúdo de uma página. Também pertencem a esse grupo vídeos, fotos, sons e textos distribuídos na rede com licença para serem alterados e retrabalhados. 

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