D.com - Dicionário de comunicação social

Nosso Dicionário de Comunicação Social On-Line - D.Com tem a finalidade de acumular todas as terminologias úteis e jargões das áreas de jornalismo, publicidade e propaganda, relações públicas e comunicação social, além de neologismos que surgiram com o advento da internet e das novas tecnologias. Por isso, está em constante atualização e aprimoramento.

Buyer Persona

Persona ou buyer persona, conceito que se popularizou com o Inbound Marketing, é um perfil semi ficcional que representa o cliente ideal de uma empresa, criados para ajudar seu negócio a compreender melhor quem é o cliente e do que ele precisa. Buyer persona bem definidas tornam a estratégias de marketing mais efetivas e precisas. Uma boa persona, descreve com detalhes o seu comprador ideal, aquela pessoa perfeita para comprar o seu produto ou serviço.

Jornalismo de Dados

O Jornalismo de Dados (Data-Journalism), ou Jornalismo Guiado por Dados (Data-Driven Journalism) é o processo de obtenção, construção, filtragem, análise e apresentação de bases de dados, com o objetivo de gerar notícias. É prática derivada do Jornalismo de Precisão, proposto por Philip Meyer na década de 1970, e da Reportagem Assistida por Computador (RAC) ou Computer-Assisted Reporting (CAR). Por meio da coleta de dados, usando técnicas das ciências sociais, e da análise de bases de dados, busca introduzir elementos do método científico na rotina produtiva das notícias, o que, resultaria em maior objetividade e exatidão no noticiário.

Agenda Building

(Construção da agenda) Põe ênfase nos fluxos comunicativos, cognitivos, simbólicos e nos processos de construção múltipla e colaborativa de opinião, resultado de uma lógica negocial. Conceitualizada como uma teoria da ciência política, a  agenda building descreve o processo contínuo pelo qual vários grupos tentam transferir seus interesses para os interesses dos formuladores de políticas públicas. Ela se concentra na relação entre a sociedade e o formulador de políticas.

Funções da Linguagem

As funções da linguagem são formas de utilização da linguagem segundo a intenção do falante, ou seja  elas determinam o objetivo dos atos comunicativos. Cada função desempenha um papel relacionado com os elementos presentes na comunicação: emissor, receptor, mensagem, código, canal e contexto. Apesar de sempre haver uma função que predomine, vários tipos de linguagem podem estar presentes num mesmo texto. As funções da linguagem podem ser: função referencial (denotativa), função emotiva, função poética, função fática, função conativa e função metalinguística. 

Carta do Leitor

Tipo de carta (gênero epistolar) veiculada geralmente em jornais e revistas, na qual os leitores apresentam suas opiniões. É uma pequena seção do veículo de comunicação, a qual pode ser publicada na íntegra, ou somente trechos relevantes.É um espaço reservado onde as opiniões, sugestões, críticas, perguntas, elogios e reclamações dos leitores são publicadas e podem ser visualizadas por qualquer indivíduo. 

Jornalismo Grassroots

Refere-se à participação na produção e publicação de conteúdo na web das camadas periféricas da população, aquelas que geralmente não participam das decisões da sociedade. Quando elas passam a divulgar as próprias notícias, causam um efeito poderoso no mundo da comunicação. Quem usa esse termo defende a ideia de que o jornalismo cidadão está diretamente relacionado à inclusão dessas camadas no universo criado pelas novas tecnologias de comunicação. 

Jornalismo Colaborativo

É usado quando mais de uma pessoa contribuiu para o resultado final do que é publicado. Pode ser um texto escrito por duas ou mais pessoas ou ainda uma página que traga vídeos, sons e imagens de vários autores. 

Jornalismo Código aberto

Surgiu para definir um estilo de jornalismo feito em sites wiki, que permitem a qualquer internauta alterar o conteúdo de uma página. Também pertencem a esse grupo vídeos, fotos, sons e textos distribuídos na rede com licença para serem alterados e retrabalhados. 

Web 1.0

Um site com o formato de Web 1.0 é estático e com pouca interatividade dos internautas e diversos diretórios de links. É possível visitá-lo muitas vezes, mas não haverá nada de novo em todas as novas visitas e não há motivo para retornar a ele.

Gênero Interpretativo x Opinativo

São semelhantes, porque ambas buscam ir além do fato em si e dar uma explicação a ele. Mas são também muito diferentes. A opinião, no fundo, apenas se alimenta do fato para reafirmar um ponto de vista prévio. Já a interpretação é uma primeira leitura do acontecimento, é uma tentativa de juntar e relacionar seus vários fragmentos no momento em que ele está ocorrendo. A primeira fecha o foco em cima de uma explicação e quer passar certezas. A segunda, ao contrário, busca abrir o leque de possibilidades e sugerir linhas de raciocínio. Uma é taxativa, tem respostas definitivas; a outra é indagativa, no máximo tem ideias preliminares". Martins

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